Síndrome de Forrest Gump
Eu sou alguém que acha que a vida só vale a pena se há histórias para contar. Se você passa pela vida sem sobressaltos, sem loucuras, sem amores, sem decepções, não viveu. Por isso, adoro uma coisa fora de hora, uma maluquice que saia da rotina. Talvez para ter o prazer de contar depois.
Ultimamente tenho achado que não acontece nada comigo. E fico decepcionada, aguardando algum fato realmente palpitante. Mas basta cinco minutos de conversa com um novo amigo ou alguém que não se vê há tempos, que eu percebo o quanto caminhei para chegar até aqui.
E basta recorrer à memória para lembrar que eu e amigos já passamos uma noite na praia conversando com crianças de rua, que fomos ao Sheraton só escovar os dentes, que fiquei mais de 20h em um ônibus para a Bahia só para conhecer o irmão da noiva, que brincamos de pique-alto no meio do hall da faculdade (todos com mais de 18 anos) e que fui até o trabalho de um certo paquera, pedi para chamá-lo e fugi no primeiro elevador. Ah, quanta coisa, né?
E é preciso manter este espírito. Não é o peso da fase adulta que deve tirar as gaiatices do dia-a-dia. É preciso reaprender todas as horas a ser criança e também uma mocinha sonhadora.
Um blog para falar sobre política, viagem, cinema, séries, notícias e muito outros assuntos interessantes...ou não.
terça-feira, novembro 08, 2005
domingo, novembro 06, 2005
Confiança
Fernando Morais, escritor de vários livros interessantíssimos, anda de papo com Dirceu. E provavelmente vai escrever uma biografia do nosso ex-ministro da Casa Civil. A confiança com que ele fala que Zé é inocente até comove. Eu também queria tê-la. Afinal, sempre fui fã do cara. Amei "Abaixo a ditadura" e sempre falei que se tivesse vivido na sua época, com certeza teria me apaixonado por Dirceu. Seria muito bom se Morais estivesse certo. Eu e o Brasil agradeceríamos. Ou pelo menos parte dele, que sonhou com a "volta do irmão do Henfil" e achou que "a esperança venceria o medo".
Fernando Morais, escritor de vários livros interessantíssimos, anda de papo com Dirceu. E provavelmente vai escrever uma biografia do nosso ex-ministro da Casa Civil. A confiança com que ele fala que Zé é inocente até comove. Eu também queria tê-la. Afinal, sempre fui fã do cara. Amei "Abaixo a ditadura" e sempre falei que se tivesse vivido na sua época, com certeza teria me apaixonado por Dirceu. Seria muito bom se Morais estivesse certo. Eu e o Brasil agradeceríamos. Ou pelo menos parte dele, que sonhou com a "volta do irmão do Henfil" e achou que "a esperança venceria o medo".
Sobre o beijo (ou a ausência dele)
Ninguém sabe onde foi parar o beijo de Júnior e Zeca em "América". E acho que o corte da cena acabou sendo mais polêmico que propriamente a demonstração de amor do casal gay em horário nobre. Bruno Cagliasso gravou sete vezes, Glória Perez jurou que iria ao ar e no fim, a cúpula da Globo deu sumiço no tal beijo. Sinceramente, acho hipocrisia. Primeiro que é na novela das oito, que já passaram cenas de tudo quanto é violência e sexo. Um beijinho não vai causar nenhum furor. Afinal de contas, estamos no século XXI. Está na hora de a sociedade parar de ficar condenando a homossexualidade, de achar que os gays têm que ficar escondidos em bares de segunda linha na madrugada. Eles têm que demonstrar afeto à luz do dia, mas com moderação recomendada a qualquer casal hetero. Porque afinal de contas, não é quem pratica o ato, mas o próprio ato, se for muito ousado, é que choca. Sou hetero com muito orgulho, mas não gosto de ver discriminação por aí. E ponto final!
Ninguém sabe onde foi parar o beijo de Júnior e Zeca em "América". E acho que o corte da cena acabou sendo mais polêmico que propriamente a demonstração de amor do casal gay em horário nobre. Bruno Cagliasso gravou sete vezes, Glória Perez jurou que iria ao ar e no fim, a cúpula da Globo deu sumiço no tal beijo. Sinceramente, acho hipocrisia. Primeiro que é na novela das oito, que já passaram cenas de tudo quanto é violência e sexo. Um beijinho não vai causar nenhum furor. Afinal de contas, estamos no século XXI. Está na hora de a sociedade parar de ficar condenando a homossexualidade, de achar que os gays têm que ficar escondidos em bares de segunda linha na madrugada. Eles têm que demonstrar afeto à luz do dia, mas com moderação recomendada a qualquer casal hetero. Porque afinal de contas, não é quem pratica o ato, mas o próprio ato, se for muito ousado, é que choca. Sou hetero com muito orgulho, mas não gosto de ver discriminação por aí. E ponto final!
quinta-feira, novembro 03, 2005
Fim de novela
Amo última semana de novelas. Por mais ruins que elas sejam, eu me acomodo no sofá e vejo como será o desfecho das tramas. Comecei falando muito mal de "América", com a devida justiça. Mas não pude deixar de gostar de Carreirinha, torcer para ver como terminaria a falsa beata Creuza, se Haydée vai parar de roubar e se a chata da Sol vai ficar com o fofo do Ed. Enfim, não adianta ir na contramão, dia menos dia, por mais que se torça o nariz, a gente está ali na frente da TV aguardando novidades.
Amo última semana de novelas. Por mais ruins que elas sejam, eu me acomodo no sofá e vejo como será o desfecho das tramas. Comecei falando muito mal de "América", com a devida justiça. Mas não pude deixar de gostar de Carreirinha, torcer para ver como terminaria a falsa beata Creuza, se Haydée vai parar de roubar e se a chata da Sol vai ficar com o fofo do Ed. Enfim, não adianta ir na contramão, dia menos dia, por mais que se torça o nariz, a gente está ali na frente da TV aguardando novidades.
terça-feira, novembro 01, 2005
Os dólares de Cuba
Lamentável a matéria da "Veja" sobre os dólares enviados por Cuba para a campanha de Lula. E o mais cômico é que o dinheiro teria vindo em caixas de rum Habana Club. Mais clichê impossível. É como se dissesse que os EUA mandariam dinheiro em caixinhas de sanduíches do MacDonald's. Francamente, não?
Lamentável a matéria da "Veja" sobre os dólares enviados por Cuba para a campanha de Lula. E o mais cômico é que o dinheiro teria vindo em caixas de rum Habana Club. Mais clichê impossível. É como se dissesse que os EUA mandariam dinheiro em caixinhas de sanduíches do MacDonald's. Francamente, não?
quarta-feira, outubro 26, 2005
Encantos das profissões
Considero romântica a profissão de carteiro e sexy a de bombeiro. Não sei porque vim pensando nisso. Mas acho bonito o fato de se levar a carta a alguém. Algo que gera emoções, faz amenizar as saudades ou traz notícias tristes de um parente ou amigo querido. Pena que os carteiros já não são mais tão requisitados com o advento da Internet. Mas ainda assim é muito mais gostoso receber uma carta pelos Correios, escrita à mão e colocada debaixo da nossa porta.
Quanto aos bombeiros, com aquela roupa vermelha e com a missão de salvar vidas é também encantador. Sempre me imaginei vestida com uma camisola branca, acenando na varanda de casa, enquanto um bombeiro vinha em uma escada Magirus e me resgatava. Fantasias, fazer o quê?
Bom, e vocês, o que acham sobre determinadas profissões? Dou aqui asas à imaginação de cada um.
Considero romântica a profissão de carteiro e sexy a de bombeiro. Não sei porque vim pensando nisso. Mas acho bonito o fato de se levar a carta a alguém. Algo que gera emoções, faz amenizar as saudades ou traz notícias tristes de um parente ou amigo querido. Pena que os carteiros já não são mais tão requisitados com o advento da Internet. Mas ainda assim é muito mais gostoso receber uma carta pelos Correios, escrita à mão e colocada debaixo da nossa porta.
Quanto aos bombeiros, com aquela roupa vermelha e com a missão de salvar vidas é também encantador. Sempre me imaginei vestida com uma camisola branca, acenando na varanda de casa, enquanto um bombeiro vinha em uma escada Magirus e me resgatava. Fantasias, fazer o quê?
Bom, e vocês, o que acham sobre determinadas profissões? Dou aqui asas à imaginação de cada um.
terça-feira, outubro 25, 2005
Saudades caribenhas
Só foram nove dias, mas o suficiente para querer voltar e matar as saudades. Lembro do Malecón, dos velhinhos tocando Salsa, do Coco táxi, do Museo de La Revolución, do pão duro que nem pedra, do garçom com cara de mordomo de história de terror, do circuito Hemingway, do racionamento de energia, dos carros antigos, das contradições, da fila na porta da Copelia, dos estudantes de História, da santería, do Cristo em cima do morro, das imagens de Che por todos os lados, de Yoiré, da Cueva del Índio, de Pinar del Río. Sinto falta, muita falta.
Só foram nove dias, mas o suficiente para querer voltar e matar as saudades. Lembro do Malecón, dos velhinhos tocando Salsa, do Coco táxi, do Museo de La Revolución, do pão duro que nem pedra, do garçom com cara de mordomo de história de terror, do circuito Hemingway, do racionamento de energia, dos carros antigos, das contradições, da fila na porta da Copelia, dos estudantes de História, da santería, do Cristo em cima do morro, das imagens de Che por todos os lados, de Yoiré, da Cueva del Índio, de Pinar del Río. Sinto falta, muita falta.
Mar em Havana
segunda-feira, outubro 24, 2005
E foi só uma chuva
Basta chover mais forte que o Rio vira um caos. Imagina se tivéssemos furacões por aqui! Não ia ficar pedra sobre pedra. Hoje o Rio Maracanã transbordou, a Praça da Bandeira virou lago, a Rua São Francisco Xavier ficou parada. Lixo por todo lado e gente correndo pela rua, porque o trânsito não andava.
Basta chover mais forte que o Rio vira um caos. Imagina se tivéssemos furacões por aqui! Não ia ficar pedra sobre pedra. Hoje o Rio Maracanã transbordou, a Praça da Bandeira virou lago, a Rua São Francisco Xavier ficou parada. Lixo por todo lado e gente correndo pela rua, porque o trânsito não andava.
sábado, outubro 22, 2005
Sobrinhos
O primeiro foi João Vitor, filho da Lu e do Gilmar.
Depois veio Júlia, filha da Robert e do Joel.
Agora chegou Bruninha, da Deda e do Marcelo.
Quase junto veio João Pedro, da Dani e do Mário.
E em breve, vai vir mais um por aí. Soube há pouco tempo de mais uma gravidez de uma grande amiga. É felicidade demais, não?
O primeiro foi João Vitor, filho da Lu e do Gilmar.
Depois veio Júlia, filha da Robert e do Joel.
Agora chegou Bruninha, da Deda e do Marcelo.
Quase junto veio João Pedro, da Dani e do Mário.
E em breve, vai vir mais um por aí. Soube há pouco tempo de mais uma gravidez de uma grande amiga. É felicidade demais, não?
terça-feira, outubro 18, 2005
Do Cinzas de Batalha
Ninguém provou nada ainda. Mas a atriz Lucy Mafra, que faz a Claudete na novela América, da Rede Globo, comunicou que foi afastada da produção por ordem da emissora: Ela concedeu uma entrevista coletiva ontem, no Rio de Janeiro, segundo informou a Folha de São Paulo. Lucy é acusada de furtar colegas de trabalho, como a atriz Christiane Torloni.
Durante a entrevista desta segunda-feira, feita no escritório do advogado Sylvio Guerra, Lucy reafirmou que entrará na Justiça contra as pessoas que a acusarem e também que já prepara uma ação contra a Rede Globo. Para ela, a história toda foi um mal entendido.
Pergunta que não quer calar: Quem é Claudete na trama?
Ninguém provou nada ainda. Mas a atriz Lucy Mafra, que faz a Claudete na novela América, da Rede Globo, comunicou que foi afastada da produção por ordem da emissora: Ela concedeu uma entrevista coletiva ontem, no Rio de Janeiro, segundo informou a Folha de São Paulo. Lucy é acusada de furtar colegas de trabalho, como a atriz Christiane Torloni.
Durante a entrevista desta segunda-feira, feita no escritório do advogado Sylvio Guerra, Lucy reafirmou que entrará na Justiça contra as pessoas que a acusarem e também que já prepara uma ação contra a Rede Globo. Para ela, a história toda foi um mal entendido.
Pergunta que não quer calar: Quem é Claudete na trama?
Não é o que parece
Todo mundo acha interessante a campanha pela valorização do Brasil do grupo chamado MV-Brasil. Também gostava da idéia até saber que é um pessoal ligado a militares e sabe-se lá qual é a proposta deles. Atualmente, estão defendendo o NÃO, no referendo pela proibição do comércio de armas. Os cartazes espalhados pela cidade dizem "Entregue sua arma e torne-se escravo"
Todo mundo acha interessante a campanha pela valorização do Brasil do grupo chamado MV-Brasil. Também gostava da idéia até saber que é um pessoal ligado a militares e sabe-se lá qual é a proposta deles. Atualmente, estão defendendo o NÃO, no referendo pela proibição do comércio de armas. Os cartazes espalhados pela cidade dizem "Entregue sua arma e torne-se escravo"
domingo, outubro 16, 2005
Do blog do Noblat
Na avenida Ipiranga, centro de São Paulo, o chinês de meia idade olhou curioso o ideograma tatuado na altura do ombro direito da mocinha que esperava na calçada a luz verde do semáforo. Não se conteve e perguntou:
- Onde você fez?
- Lá no bairro da Liberdade.
- E por que logo isso?
- Porque quer dizer Esperança. Gosto da palavra.
- O que está escrito aí é "camarão ao molho agridoce".
Na avenida Ipiranga, centro de São Paulo, o chinês de meia idade olhou curioso o ideograma tatuado na altura do ombro direito da mocinha que esperava na calçada a luz verde do semáforo. Não se conteve e perguntou:
- Onde você fez?
- Lá no bairro da Liberdade.
- E por que logo isso?
- Porque quer dizer Esperança. Gosto da palavra.
- O que está escrito aí é "camarão ao molho agridoce".
Deus dará
O Rio de Janeiro está entregue aos bandidos. O que se escuta o tempo todo é policial dizendo que se a ocorrência for no alto do morro, no interior da favela, não vai haver incursão. Portanto, até a PM não entra em área de risco. As ambulâncias do Samu também tÊm sido alvo de bandidos nos lugares mais perigosos e portanto, também não fazem mais atendimento nesses locais. Conclusão: trabalhadores que moram em área pobre não têm direito à segurança nem a socorro médico. LAMENTÁVEL!!!!!!
O Rio de Janeiro está entregue aos bandidos. O que se escuta o tempo todo é policial dizendo que se a ocorrência for no alto do morro, no interior da favela, não vai haver incursão. Portanto, até a PM não entra em área de risco. As ambulâncias do Samu também tÊm sido alvo de bandidos nos lugares mais perigosos e portanto, também não fazem mais atendimento nesses locais. Conclusão: trabalhadores que moram em área pobre não têm direito à segurança nem a socorro médico. LAMENTÁVEL!!!!!!
Do Pára-raio de malucos
Essa eu tinha que copiar. Glória Perez não está mais dando conta de tantos personagens e errou na mão.
Longa gestação
Nasceu ontem em América o filho de Radar. Isso porque Rose (a mãe da criança) estava com 3 meses quando Sol já estava grávida de 7. Ou seja, a gestação do filho de Sol e Ed já dura quase um ano. Será que o menino vai nascer andando e falando? Ah, Glória Perez, mais uma das suas.
Essa eu tinha que copiar. Glória Perez não está mais dando conta de tantos personagens e errou na mão.
Longa gestação
Nasceu ontem em América o filho de Radar. Isso porque Rose (a mãe da criança) estava com 3 meses quando Sol já estava grávida de 7. Ou seja, a gestação do filho de Sol e Ed já dura quase um ano. Será que o menino vai nascer andando e falando? Ah, Glória Perez, mais uma das suas.
Cucarachas
Linha 247, sexta-feira pela manhã, ônibus cheio e vários lugares vazios. Imediatamente sentei para descansar. Mas algo estava errado. Depois de alguns minutos vi uma mulher bater com o pé. Um bando de pessoas levantaram dos bancos. O ônibus estava infestado de baratas. Elas passeavam livremente pelos assentos e passavam perto dos nossos pés. Um auê! Falei que aquilo era um absurdo e que não deixaria mais ninguém passar pela roleta. Na mesma hora, o motorista tomou a iniciativa de comunicar a bizarrisse a quem queria entrar. Já na Avenida Presidente Vargas todos os passageiros em pé e ninguém se habilitou a entrar. Alguns ligavam sem sucesso para a empresa com o intuito de reclamar. Enfim, desci sã e salva, mas morta de medo de ter uma barata escondida no meio do meu cabelo.
Linha 247, sexta-feira pela manhã, ônibus cheio e vários lugares vazios. Imediatamente sentei para descansar. Mas algo estava errado. Depois de alguns minutos vi uma mulher bater com o pé. Um bando de pessoas levantaram dos bancos. O ônibus estava infestado de baratas. Elas passeavam livremente pelos assentos e passavam perto dos nossos pés. Um auê! Falei que aquilo era um absurdo e que não deixaria mais ninguém passar pela roleta. Na mesma hora, o motorista tomou a iniciativa de comunicar a bizarrisse a quem queria entrar. Já na Avenida Presidente Vargas todos os passageiros em pé e ninguém se habilitou a entrar. Alguns ligavam sem sucesso para a empresa com o intuito de reclamar. Enfim, desci sã e salva, mas morta de medo de ter uma barata escondida no meio do meu cabelo.
segunda-feira, outubro 10, 2005
domingo, outubro 09, 2005
Considerações sobre uma Ploc
- Afonso Nigro está mais gato que nos tempos do "Dominó".
- Silvinho Blaublau provou que realmente é cantor de uma música só.
- O que é ver Guto Graça Mello, aquele menino de cabelos lisos e compridos, que era mais interessante que o "Menino do Rio"? Se transformou em um coroa tamanho PP.
- Sensacional cantar "olha o casal da mesa ao lado beijos e abraços apertados, e eu querendo te dizer: muito prazer".
- Acabei de lembrar do nome da cantora que tinha o estilo das músicas de Rosana. Ela se chama Jane Duboc. Alguém lembra?
- Fantástico o "Perdidos na Selva" lembrar do niver da Deb e ainda cantar uma música que ela pediu: "amanheci sozinho, na cama um vazio, meu coração que se foi..."
- E o Sérgio Mallandro, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá. Brincou de programa de auditório e fez um playback básico em "Co-nhe-ci, uma capeta em forma de guri..."
- Resumindo: me acabei e me diverti como há tempos não fazia ao lado de Deb, Alessandra, Daniella Botino, Marcos Tadeu, LF, Line, Laine e Bianca. Uma coisa é certa a Folha Dirigida sabe trazer bons amigos.
- Afonso Nigro está mais gato que nos tempos do "Dominó".
- Silvinho Blaublau provou que realmente é cantor de uma música só.
- O que é ver Guto Graça Mello, aquele menino de cabelos lisos e compridos, que era mais interessante que o "Menino do Rio"? Se transformou em um coroa tamanho PP.
- Sensacional cantar "olha o casal da mesa ao lado beijos e abraços apertados, e eu querendo te dizer: muito prazer".
- Acabei de lembrar do nome da cantora que tinha o estilo das músicas de Rosana. Ela se chama Jane Duboc. Alguém lembra?
- Fantástico o "Perdidos na Selva" lembrar do niver da Deb e ainda cantar uma música que ela pediu: "amanheci sozinho, na cama um vazio, meu coração que se foi..."
- E o Sérgio Mallandro, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá. Brincou de programa de auditório e fez um playback básico em "Co-nhe-ci, uma capeta em forma de guri..."
- Resumindo: me acabei e me diverti como há tempos não fazia ao lado de Deb, Alessandra, Daniella Botino, Marcos Tadeu, LF, Line, Laine e Bianca. Uma coisa é certa a Folha Dirigida sabe trazer bons amigos.
sexta-feira, outubro 07, 2005
quarta-feira, outubro 05, 2005
A anti-heroína
Já repararam que as mocinhas de novela da Glória Perez são politicamente incorretas? Cláudia Abreu em "Barriga de Aluguel" vendeu a barriga e ainda roubou o marido da mãe do bebê. Em "O Clone" Jade sumia e aparecia na hora quem bem entendia e deixava o seu grande amor à espera. Usou as pessoas para conseguir seus objetivos. E agora a Sol é a mais egoísta de todas. Larga Tião no altar para ir aos States, depois rouba o noivo da outra e agora não mente dizendo que o filho não é de Ed só para não deixá-lo ter acesso à criança.
Já repararam que as mocinhas de novela da Glória Perez são politicamente incorretas? Cláudia Abreu em "Barriga de Aluguel" vendeu a barriga e ainda roubou o marido da mãe do bebê. Em "O Clone" Jade sumia e aparecia na hora quem bem entendia e deixava o seu grande amor à espera. Usou as pessoas para conseguir seus objetivos. E agora a Sol é a mais egoísta de todas. Larga Tião no altar para ir aos States, depois rouba o noivo da outra e agora não mente dizendo que o filho não é de Ed só para não deixá-lo ter acesso à criança.
domingo, outubro 02, 2005
As vacas e os ursinhos
Li na coluna da Martha Medeiros, na Revista do O Globo, que Sampa está cheia de vacas espalhadas por todo canto. São esculturas feitas de vários materiais por artistas plásticos e ornamentam calçadas, estações de metrô e praças. Por onde se anda se esbarra em uma vaca. Pois é, vi coisa semelhante em um museu em Buenos Aires. Mas eram ursinhos da Rússia. Cada um mais fofo que outro. E tirei foto com alguns.
Li na coluna da Martha Medeiros, na Revista do O Globo, que Sampa está cheia de vacas espalhadas por todo canto. São esculturas feitas de vários materiais por artistas plásticos e ornamentam calçadas, estações de metrô e praças. Por onde se anda se esbarra em uma vaca. Pois é, vi coisa semelhante em um museu em Buenos Aires. Mas eram ursinhos da Rússia. Cada um mais fofo que outro. E tirei foto com alguns.
Dói
A decepção política afeta de uma maneira cruel nossa maneira de encarar o mundo. Quem não acreditava em um projeto de governo mais igualitário continua não acreditando. Quem era alienado, continua. Mas quem teve uma criação como eu é como se tivesse perdido o chão. Sempre ouvi dizer que a gente tinha que pensar no próximo, querer um Brasil mais justo, uma maior distribuição de renda e que a fome era algo indecente. Hoje acho que política é um jogo sujo de poder, que quem está lá pensa em si próprio e não em quem representa. Que o jogo do toma lá dá cá é o que realmente importa e que fazer conchavos e pagar propina torna-se corriqueiro para essa gente.
A decepção política afeta de uma maneira cruel nossa maneira de encarar o mundo. Quem não acreditava em um projeto de governo mais igualitário continua não acreditando. Quem era alienado, continua. Mas quem teve uma criação como eu é como se tivesse perdido o chão. Sempre ouvi dizer que a gente tinha que pensar no próximo, querer um Brasil mais justo, uma maior distribuição de renda e que a fome era algo indecente. Hoje acho que política é um jogo sujo de poder, que quem está lá pensa em si próprio e não em quem representa. Que o jogo do toma lá dá cá é o que realmente importa e que fazer conchavos e pagar propina torna-se corriqueiro para essa gente.
A Bomba do Riocentro
Muito bem produzido o "Linha Direta Justiça" sobre a bomba no Riocentro. Ao ver o programa, inevitavelmente, me veio a idéia de que os brasileiros sofreram o pão que o diabo amassou para acabar com a ditatura para quê? Para chegarmos onde chegamos. Uma abertura demorada e sofrida, uma anistia irrestrita (esses torturadores soltos por aí), quatro eleições para chegar a um governo de esquerda e por fim, essa decepção generalizada. Não dá para não pensar nisso. Não dá para não achar que fomos ingênuos, não dá para não achar que o poder corrompe. Mas eu quero e preciso ter esperança.
Muito bem produzido o "Linha Direta Justiça" sobre a bomba no Riocentro. Ao ver o programa, inevitavelmente, me veio a idéia de que os brasileiros sofreram o pão que o diabo amassou para acabar com a ditatura para quê? Para chegarmos onde chegamos. Uma abertura demorada e sofrida, uma anistia irrestrita (esses torturadores soltos por aí), quatro eleições para chegar a um governo de esquerda e por fim, essa decepção generalizada. Não dá para não pensar nisso. Não dá para não achar que fomos ingênuos, não dá para não achar que o poder corrompe. Mas eu quero e preciso ter esperança.
quinta-feira, setembro 29, 2005
quarta-feira, setembro 28, 2005
Joana D'arc
Estou em ritmo frenético lendo um livro atrás do outro. Depois da história da prostituta, agora vai a história da santa, guerreira e bruxa. Estou lendo "Joana D'arc - o fim em Ruão". Fala dos últimos meses da libertadora da França na cadeia e sua execução na fogueira. Sou fã e devota da garota, que aos 18 anos, comandou um exército e foi abandonada, acusada de feiticeira pela Inquisição.
Estou em ritmo frenético lendo um livro atrás do outro. Depois da história da prostituta, agora vai a história da santa, guerreira e bruxa. Estou lendo "Joana D'arc - o fim em Ruão". Fala dos últimos meses da libertadora da França na cadeia e sua execução na fogueira. Sou fã e devota da garota, que aos 18 anos, comandou um exército e foi abandonada, acusada de feiticeira pela Inquisição.
terça-feira, setembro 27, 2005
Gari famosa
Lembra daquela candidata ao concurso de gari que descobri? Pois é, agora a produção do Domingão do Faustão me procurou para fazer matéria com ela também.
segunda-feira, setembro 26, 2005
domingo, setembro 25, 2005
Oito minutos
Desde "Nas margens do Rio Piedra, eu sentei e chorei" não leio um livro de Paulo Coelho. Já vinha enjoada com o tipo de narrativa dele. Foram longos anos até eu voltar a buscar algo do mago. Estou lendo "Oito minutos", a história de uma prostituta brasileira. Bem interessante! Mas já ouvi falar que é cópia de um outro romance. Sei lá, não é primeira vez que alguém que comenta que Paulo Coelho plagia histórias alheias. "O Alquimista", o meu preferido, dizem que saiu de histórias de Malba Tahan e de "As mil e uma noites". O mais recente, o "Zahir", também virou alvo de polêmica desse tipo.
Desde "Nas margens do Rio Piedra, eu sentei e chorei" não leio um livro de Paulo Coelho. Já vinha enjoada com o tipo de narrativa dele. Foram longos anos até eu voltar a buscar algo do mago. Estou lendo "Oito minutos", a história de uma prostituta brasileira. Bem interessante! Mas já ouvi falar que é cópia de um outro romance. Sei lá, não é primeira vez que alguém que comenta que Paulo Coelho plagia histórias alheias. "O Alquimista", o meu preferido, dizem que saiu de histórias de Malba Tahan e de "As mil e uma noites". O mais recente, o "Zahir", também virou alvo de polêmica desse tipo.
sábado, setembro 24, 2005
quinta-feira, setembro 22, 2005
quarta-feira, setembro 21, 2005
Saudades
Em tempos de furacão, me lembro do meu avô. Quando eu chegava, ele sempre dizia: "como vai meu turbilhão?". Me chamava assim por achar que sempre fui agitada, falava rápido e tropeçava em tudo. Quando adolescente, vovô dizia que eu precisava ser mais serena, temperada, mas depois viu que não tinha jeito. E me aceitou assim, com um sorriso nos lábios. Seu ar de reprovação virou admiração.
Em tempos de furacão, me lembro do meu avô. Quando eu chegava, ele sempre dizia: "como vai meu turbilhão?". Me chamava assim por achar que sempre fui agitada, falava rápido e tropeçava em tudo. Quando adolescente, vovô dizia que eu precisava ser mais serena, temperada, mas depois viu que não tinha jeito. E me aceitou assim, com um sorriso nos lábios. Seu ar de reprovação virou admiração.
Porrada, porrada!
Gostei do povinho que resolveu protestar durante o discurso de renúncia de Severino, na Câmara. Esse Brasil está muito morto. Todo mundo na inércia, sofrendo as dores do governo petista. Eu mesma não me recuperei. Sinto essa decepção como uma ferida aberta. Tenho vontade de chorar, começo a achar que eu era muito ingênua em acreditar que tudo poderia melhorar. Era um projeto de 25 anos, que naufragou sem colete salva-vidas. E agora, em quem acreditar?
Gostei do povinho que resolveu protestar durante o discurso de renúncia de Severino, na Câmara. Esse Brasil está muito morto. Todo mundo na inércia, sofrendo as dores do governo petista. Eu mesma não me recuperei. Sinto essa decepção como uma ferida aberta. Tenho vontade de chorar, começo a achar que eu era muito ingênua em acreditar que tudo poderia melhorar. Era um projeto de 25 anos, que naufragou sem colete salva-vidas. E agora, em quem acreditar?
terça-feira, setembro 20, 2005
Elementar, meu caro Watson
Terminei ontem de ler o segundo caso da coleção de Sherlock Holmes "O signo dos quatro". O primeiro foi "Um estudo em vermelho". Vou interromper as histórias de Conan Doyle para ler "Onze Minutos", de Paulo Coelho. Confesso que os últimos livros que eu peguei do autor mais querido e odiado do Brasil não me agradaram. Mas vou tentar mais uma vez...
Terminei ontem de ler o segundo caso da coleção de Sherlock Holmes "O signo dos quatro". O primeiro foi "Um estudo em vermelho". Vou interromper as histórias de Conan Doyle para ler "Onze Minutos", de Paulo Coelho. Confesso que os últimos livros que eu peguei do autor mais querido e odiado do Brasil não me agradaram. Mas vou tentar mais uma vez...
Todo mundo descontrolado
É impressionante como nas CPIs todo mundo chora, diz que a família está abalada com as acusações, que está tomando Lexotan e que sua imagem foi destruída. Mas antes de fazer bobagem, de roubar, desviar ou lavar dinheiro ninguém pensa nas conseqüências. Não tenho pena, nenhuma.
É impressionante como nas CPIs todo mundo chora, diz que a família está abalada com as acusações, que está tomando Lexotan e que sua imagem foi destruída. Mas antes de fazer bobagem, de roubar, desviar ou lavar dinheiro ninguém pensa nas conseqüências. Não tenho pena, nenhuma.
segunda-feira, setembro 19, 2005
sábado, setembro 17, 2005
Brincadeira
Sabe aqueles testes que as revistas e jornais costumam fazer com gente famosa. Sempre gostei de ver. Não sei porquê. Lembro que no JB se chamava perfil do consumidor. Agora, na Revista do O Globo é a coluna Íntimo e Pessoal. Sempre quis que um dia me perguntassem aquelas coisas. Então só para fazer uma brincadeirinha com meu ego, vou colocá-la aqui:
De que você precisa para ser feliz?
Amigos.
Personagem que você mais admira?
Sherlock Holmes.
Qual o defeito que detesta em você?
Ansiedade.
Sua maior extravagância?
Não lembro de ter feito uma.
Do que gosta menos em você?
Ser desligada.
O que você mais despreza numa pessoa?
Desonestidade.
Do que você se arrepende?
Do que eu não fiz.
Uma linda modelo?
Gisele Bunchen.
Um lindo modelo?
Não lembro. Serve ator? Thiago Lacerda.
O que você mais ama na vida?
Estar entre amigos, escutar música baiana, comer bobó de camarão e dançar.
Um motivo de tristeza?
A morte do meu avô.
Qual o maior tesouro da sua vida?
Meus pais e meus álbuns de fotos.
Qual a sua roupa preferida?
Saia, tomara-que-caia, e atualmente, All Star.
Disco preferido?
Todos do Jammil e uma noites.
Sonho?
Ter filhos.
Qual o seu livro de cabeceira?
Cem anos de solidão.
Qual o seu hobby?
Ler e encontrar os amigos.
Traço forte da sua personalidade?
Simpatia.
Qualidade de que você mais gosta em um homem?
Inteligência, humildade e senso de humor.
E numa mulher?
Saber envelhecer.
Comida preferida?
Bobó de camarão.
Sobremesa?
Torta alemã.
Onde compra suas roupas?
Mith, Grizon, Verty.
Sabonete?
Alguns da Natura.
Santo de devoção?
Santa Rita.
Escola de Samba?
Mangueira e Vila Isabel.
Música preferida?
Saudade, do Jammil e Como nossos pais, na voz de Elis.
Filme?
Antes do amanhecer e Diários de Motocicleta.
Atleta que mais admira?
Não gosto muito de esporte.
Momento marcante na carreira?
Ter entrevistado Barbosa Lima Sobrinho e Frei Betto.
Show mais emocionante?
Foram tantos shows, mas não lembro de um mais especial.
Quem levaria para uma ilha deserta?
Não sei. Ainda estou em busca dessa pessoa.
Quem deixaria lá para sempre?
Ah, ilhas são tão bonitas para serem habitadas por pessoas que não prestam.
O que não pode faltar na sua bolsa?
A caixinha da lente de contato.
Você poderia amar uma mulher?
Só se for fraternalmente ou maternalmente.
Melhor lugar para fazer amor?
Ainda não experimentei todos.
Barulho que faz na hora de fazer amor?
Ah, isso é muito íntimo, né?
Frase
Tú te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Saint-Exupéry
Sabe aqueles testes que as revistas e jornais costumam fazer com gente famosa. Sempre gostei de ver. Não sei porquê. Lembro que no JB se chamava perfil do consumidor. Agora, na Revista do O Globo é a coluna Íntimo e Pessoal. Sempre quis que um dia me perguntassem aquelas coisas. Então só para fazer uma brincadeirinha com meu ego, vou colocá-la aqui:
De que você precisa para ser feliz?
Amigos.
Personagem que você mais admira?
Sherlock Holmes.
Qual o defeito que detesta em você?
Ansiedade.
Sua maior extravagância?
Não lembro de ter feito uma.
Do que gosta menos em você?
Ser desligada.
O que você mais despreza numa pessoa?
Desonestidade.
Do que você se arrepende?
Do que eu não fiz.
Uma linda modelo?
Gisele Bunchen.
Um lindo modelo?
Não lembro. Serve ator? Thiago Lacerda.
O que você mais ama na vida?
Estar entre amigos, escutar música baiana, comer bobó de camarão e dançar.
Um motivo de tristeza?
A morte do meu avô.
Qual o maior tesouro da sua vida?
Meus pais e meus álbuns de fotos.
Qual a sua roupa preferida?
Saia, tomara-que-caia, e atualmente, All Star.
Disco preferido?
Todos do Jammil e uma noites.
Sonho?
Ter filhos.
Qual o seu livro de cabeceira?
Cem anos de solidão.
Qual o seu hobby?
Ler e encontrar os amigos.
Traço forte da sua personalidade?
Simpatia.
Qualidade de que você mais gosta em um homem?
Inteligência, humildade e senso de humor.
E numa mulher?
Saber envelhecer.
Comida preferida?
Bobó de camarão.
Sobremesa?
Torta alemã.
Onde compra suas roupas?
Mith, Grizon, Verty.
Sabonete?
Alguns da Natura.
Santo de devoção?
Santa Rita.
Escola de Samba?
Mangueira e Vila Isabel.
Música preferida?
Saudade, do Jammil e Como nossos pais, na voz de Elis.
Filme?
Antes do amanhecer e Diários de Motocicleta.
Atleta que mais admira?
Não gosto muito de esporte.
Momento marcante na carreira?
Ter entrevistado Barbosa Lima Sobrinho e Frei Betto.
Show mais emocionante?
Foram tantos shows, mas não lembro de um mais especial.
Quem levaria para uma ilha deserta?
Não sei. Ainda estou em busca dessa pessoa.
Quem deixaria lá para sempre?
Ah, ilhas são tão bonitas para serem habitadas por pessoas que não prestam.
O que não pode faltar na sua bolsa?
A caixinha da lente de contato.
Você poderia amar uma mulher?
Só se for fraternalmente ou maternalmente.
Melhor lugar para fazer amor?
Ainda não experimentei todos.
Barulho que faz na hora de fazer amor?
Ah, isso é muito íntimo, né?
Frase
Tú te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Saint-Exupéry
Como é bom...
Ter visto LF com a alegria de quem está disposto a encarar novos desafios.
De conversar com Line sobre questões em comum horas a fio.
De reencontrar Mel e vê-la com tanto entusiamo e inteligência defendendo seus pontos-de-vista. E melhor, com simpatia e sem nenhuma arrogância.
De dar um oi para Elaine, mesmo que rapidamente.
Ter visto LF com a alegria de quem está disposto a encarar novos desafios.
De conversar com Line sobre questões em comum horas a fio.
De reencontrar Mel e vê-la com tanto entusiamo e inteligência defendendo seus pontos-de-vista. E melhor, com simpatia e sem nenhuma arrogância.
De dar um oi para Elaine, mesmo que rapidamente.
sexta-feira, setembro 16, 2005
quarta-feira, setembro 14, 2005
terça-feira, setembro 13, 2005
Quero ler
O livro "Vila Isabel de Rua em Rua", da historiadora Lili Rose, será lançado no dia 28 de setembro, às 18h30m, no Shopping Iguatemi. A obra faz parte da Coleção Rio - obras que resgatam as histórias dos bairros do Rio de Janeiro.
O livro conta a história da Vila, destacando seu valor cultural e histórico, relatando curiosidades do bairro, onde a boemia e a música são destaques, e a vida de muitas personalidades que nasceram e foram criadas no local.
O livro "Vila Isabel de Rua em Rua", da historiadora Lili Rose, será lançado no dia 28 de setembro, às 18h30m, no Shopping Iguatemi. A obra faz parte da Coleção Rio - obras que resgatam as histórias dos bairros do Rio de Janeiro.
O livro conta a história da Vila, destacando seu valor cultural e histórico, relatando curiosidades do bairro, onde a boemia e a música são destaques, e a vida de muitas personalidades que nasceram e foram criadas no local.
segunda-feira, setembro 12, 2005
Como nossos pais
O filme "A dona da história" me fez lembrar a história dos meus pais. Ele, um jovem metido a comunista, ela uma estudante classe média alienada. Os dois se encontram na década de 60, se casam e têm gostos muito diferentes. Mas ao contrário do filme, meus pais não pensam em se separar. Ela o acompanhou a uma viagem a Cuba e até curtiu mais que o seu par a ilha de Fidel. Entretanto, continua sem paciência para papos de política. Ele é um ex-filiado do PT, acha que é comunista, mas comprou pequenos imóveis para alugar.
O filme "A dona da história" me fez lembrar a história dos meus pais. Ele, um jovem metido a comunista, ela uma estudante classe média alienada. Os dois se encontram na década de 60, se casam e têm gostos muito diferentes. Mas ao contrário do filme, meus pais não pensam em se separar. Ela o acompanhou a uma viagem a Cuba e até curtiu mais que o seu par a ilha de Fidel. Entretanto, continua sem paciência para papos de política. Ele é um ex-filiado do PT, acha que é comunista, mas comprou pequenos imóveis para alugar.
quinta-feira, setembro 08, 2005
quarta-feira, setembro 07, 2005
A outra face
Aliás, não poderia de deixar registrado aqui um episódio que passou despercebido para muitos, mas só me fez dar aquele sorriso sarcástico. Há dias atrás Fidel ofereceu aos EUA médicos e medicamentos para tratar dos feridos após a passagem do Katrina. Isso é o que eu chamo 'tapa com luva de pelica'. Ou melhor, o que Jesus quis dizer que se você é agredido, ofereça a outra face. Sensacional!
Aliás, não poderia de deixar registrado aqui um episódio que passou despercebido para muitos, mas só me fez dar aquele sorriso sarcástico. Há dias atrás Fidel ofereceu aos EUA médicos e medicamentos para tratar dos feridos após a passagem do Katrina. Isso é o que eu chamo 'tapa com luva de pelica'. Ou melhor, o que Jesus quis dizer que se você é agredido, ofereça a outra face. Sensacional!
Quero ver
"O ar-condicionado do estúdio I parecia estar mais frio do que nunca. O diretor do programa "Linha Direta Justiça", Márcio Trigo, demonstrava estar atento a cada detalhe da gravação da cena em que o capitão Wilson Luiz Chaves Machado, interpretado pelo ator Eriberto Leão, é atendido no fictício Hospital Miguel Couto depois ser "vítima" de um atentado. O episódio retratado é o da explosão da bomba do Riocentro em 1981, no dia em que acontecia uma festa no local, com shows de artistas populares (clique aqui e relembre o caso em imagens, ao som de 'Coração bobo', música que Alceu Valença tocava no momento da explosão)" (Globo On)
"O ar-condicionado do estúdio I parecia estar mais frio do que nunca. O diretor do programa "Linha Direta Justiça", Márcio Trigo, demonstrava estar atento a cada detalhe da gravação da cena em que o capitão Wilson Luiz Chaves Machado, interpretado pelo ator Eriberto Leão, é atendido no fictício Hospital Miguel Couto depois ser "vítima" de um atentado. O episódio retratado é o da explosão da bomba do Riocentro em 1981, no dia em que acontecia uma festa no local, com shows de artistas populares (clique aqui e relembre o caso em imagens, ao som de 'Coração bobo', música que Alceu Valença tocava no momento da explosão)" (Globo On)
As lixeiras de Londres
Meu irmão contou que em várias estações de metrô em Londres não há lixeiras. É um sujeira danada, com papéis e resto de sanduíches amontoados. Sabe por quê? A polícia resolveu tirar as cestas com medo de que bombas fossem colocadas dentro delas. É o medo que ronda depois dos atentados recentes.
terça-feira, setembro 06, 2005
Piadinha do momento
"Haverá um dia em que todos voltaremos a ser felizes.
Será o dia em que Rosinhas serão apenas flores,
Garotinhos apenas crianças,
Genuínos serão coisas verdadeiras,
Serra será apenas um acidente geográfico ou uma ferramenta,
Genro apenas o marido da filha,
Lula apenas um molusco marinho e
Severino, apenas o porteiro do prédio"
"Haverá um dia em que todos voltaremos a ser felizes.
Será o dia em que Rosinhas serão apenas flores,
Garotinhos apenas crianças,
Genuínos serão coisas verdadeiras,
Serra será apenas um acidente geográfico ou uma ferramenta,
Genro apenas o marido da filha,
Lula apenas um molusco marinho e
Severino, apenas o porteiro do prédio"
segunda-feira, setembro 05, 2005
De volta para casa
Eu e mamãe fomos buscar irmãozinho no aeroporto. Aliás, como é gostoso o clima desse lugar, né? É onde as pessoas se abraçam, se beijam, choram e reencontram pessoas amadas. Aliás, tem um filme que mostra isso, várias pessoas em vários aeroportos no mundo. Não lembro bem qual é.
Bom, Ciro curtiu bastante a vida na Europa. Amou Ibiza e perambulou por Londres. E eu já estou com saudades de tomar o mundo. Mas como sou mais latino-americana, curto mais as bandas de cá, já sonho com uma visita a Machu Pichu ou Cancún.
Eu e mamãe fomos buscar irmãozinho no aeroporto. Aliás, como é gostoso o clima desse lugar, né? É onde as pessoas se abraçam, se beijam, choram e reencontram pessoas amadas. Aliás, tem um filme que mostra isso, várias pessoas em vários aeroportos no mundo. Não lembro bem qual é.
Bom, Ciro curtiu bastante a vida na Europa. Amou Ibiza e perambulou por Londres. E eu já estou com saudades de tomar o mundo. Mas como sou mais latino-americana, curto mais as bandas de cá, já sonho com uma visita a Machu Pichu ou Cancún.
O importante é ser feliz
A gente descobre que certas mudanças na vida contribuem para alguma coisa. Até quando é algo ruim. Eu, ando com dor na coluna, como todos sabem. E isso tem me obrigado a desacelerar. Portanto, meus fins de semana tem sido de DVDs e bate-papo na casa de amigos. E estou curtindo muito esse ritmo.
A gente descobre que certas mudanças na vida contribuem para alguma coisa. Até quando é algo ruim. Eu, ando com dor na coluna, como todos sabem. E isso tem me obrigado a desacelerar. Portanto, meus fins de semana tem sido de DVDs e bate-papo na casa de amigos. E estou curtindo muito esse ritmo.
domingo, setembro 04, 2005
Antes do Pôr do Sol II
O que mais me encanta na história de Celine e Jesse, nos dois filmes, é o fato de eles falarem como gente comum e sentirem como todo mundo na vida real. A história não é daquelas comédias românticas em que os personagens têm rompantes, saem correndo atrás do seu par no meio da chuva e terminam a cena com um beijo.
Eles têm aquela timidez inicial, a curiosidade normal de quem pouco se conhece e o encantamento que existe quando redescobrem afinidades. Lindo!
O que mais me encanta na história de Celine e Jesse, nos dois filmes, é o fato de eles falarem como gente comum e sentirem como todo mundo na vida real. A história não é daquelas comédias românticas em que os personagens têm rompantes, saem correndo atrás do seu par no meio da chuva e terminam a cena com um beijo.
Eles têm aquela timidez inicial, a curiosidade normal de quem pouco se conhece e o encantamento que existe quando redescobrem afinidades. Lindo!
sexta-feira, setembro 02, 2005
Assinar:
Postagens (Atom)






