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sexta-feira, janeiro 06, 2012
Outra dica de blog
Gente, acabei de conhecer o Manual Prático de Bons Modos em Livrarias. É muito divertido! Conta histórias de gente que, provavelmente, não gosta de ler e entra em livrarias fazendo perguntas bizarras. É de rolar de rir.
quinta-feira, setembro 08, 2011
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Malvado do bem
Amei o filme "Meu malvado favorito"! É uma graça a história de Gru, um vilão que quer roubar a lua. Ao mesmo tempo, sensível e engraçada.
segunda-feira, dezembro 06, 2010
Uma história de lealdade
Vi ontem o filme "Sempre ao seu lado", que conta a história da amizade de um cão com seu dono. No cinema, Richard Gere é um professor americano que encontra um filhote de Akita na estação de trem e o adota. Mas a história real do cãozinho Hachi ou Hachikō é muito mais emocionante e tem nuances mais interessantes que a ficção resolveu aproveitar.
Hachikō foi trazido a Tóquio, em 1924, pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume.
A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor foi interrompida.Em 21 de Maio de 1925, Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião de professores e morreu. A história diz que, na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Mas é depois disso que a parte realmente triste da história começa. Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam.
Por 10 anos, Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Certa vez, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.
Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.
Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra Mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.
A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. Todo dia, ele partia para a estação de Shibuya e esperava lá pelo Professor Ueno para voltar pra casa. Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.
Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de dirofilariose, um verme que ataca o coração . Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos,ele deu seu último suspiro em uma rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.
Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.
Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.
Os Akitas
A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre "um dos olhos" voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken. (fonte: wikipedia)
O verdadeiro Hachi
O Hachi do filme, com seu dono Richard Gere
a estátua de Hachi em frente à estação de Shibuya
Hachikō foi trazido a Tóquio, em 1924, pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume.
A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor foi interrompida.Em 21 de Maio de 1925, Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião de professores e morreu. A história diz que, na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Mas é depois disso que a parte realmente triste da história começa. Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam.
Por 10 anos, Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Certa vez, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.
Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.
Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra Mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.
A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. Todo dia, ele partia para a estação de Shibuya e esperava lá pelo Professor Ueno para voltar pra casa. Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.
Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de dirofilariose, um verme que ataca o coração . Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos,ele deu seu último suspiro em uma rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.
Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.
Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.
Os Akitas
A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre "um dos olhos" voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken. (fonte: wikipedia)
O verdadeiro Hachi
O Hachi do filme, com seu dono Richard Gere
a estátua de Hachi em frente à estação de Shibuya
quinta-feira, novembro 25, 2010
Darth Vader e R2-D2
Em uma matéria do Globo on line hoje, sobre o leilão da roupa de Darth Vader, pude finalmente conhecer o rosto do vilão mais temido de todos os tempos. Na foto publicada está também o ator que fazia o robô R2-D2. Quem é fã da série, mas não é nerd a ponto de saber todos os detalhes, pode conferir aí abaixo:
Kenny Baker (R2-D2) e David Prowse (Darth Vader)
Fonte: site O Globo online
Kenny Baker (R2-D2) e David Prowse (Darth Vader)
Fonte: site O Globo online
sexta-feira, outubro 15, 2010
Exposição de Playmobil
Um grupo de colecionadores de bonecos Playmobil realizará uma exposição dos brinquedos, dos dias 18 a 30 de outubro no Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam), em Bonsucesso.
A exposição vai tratar da evolução dos bonecos, desde o ano de sua criação (1974). No ano seguinte (1975), os brinquedos passaram a ser comercializados em escala mundial.
A exposição vai tratar da evolução dos bonecos, desde o ano de sua criação (1974). No ano seguinte (1975), os brinquedos passaram a ser comercializados em escala mundial.
quarta-feira, outubro 13, 2010
Chico Xavier
Vi o filme sobre o mais famoso médium brasileiro, Chico Xavier. A narrativa é bem interessante e traz momentos de muita emoção e sofrimento. Não há como negar a veracidade do que ocorria com Chico. De uma bondade imensa e de uma humildade extrema, ele ajudou muitas pessoas a se confortarem após a perda de um ente querido.
Nos Extras do DVD há comentários do diretor Daniel Filho e do escritor do livro "As vidas de Chico Xavier", Marcel Souto Maior, no qual o filme foi baseado. Achei muito interessante a reflexão que eles fazem de tratar-se acima de tudo de uma história sobre mães. E é verdade. A mãe de Chico, em espírito; a madrasta boa e uma mulher sofrida que perdeu o filho após o amigo ter atirado nele acidentalmente são figuras marcantes na narrativa.
Acreditando ou não no espiritismo, vale a pena conhecer um pouco mais da vida deste homem que acima de tudo foi uma figura solidária e iluminada.
Nos Extras do DVD há comentários do diretor Daniel Filho e do escritor do livro "As vidas de Chico Xavier", Marcel Souto Maior, no qual o filme foi baseado. Achei muito interessante a reflexão que eles fazem de tratar-se acima de tudo de uma história sobre mães. E é verdade. A mãe de Chico, em espírito; a madrasta boa e uma mulher sofrida que perdeu o filho após o amigo ter atirado nele acidentalmente são figuras marcantes na narrativa.
Acreditando ou não no espiritismo, vale a pena conhecer um pouco mais da vida deste homem que acima de tudo foi uma figura solidária e iluminada.
sexta-feira, setembro 24, 2010
Puxa vida, eu queria ver!
" O cantor cubano Pablo Milanês ia gravar o “Programa do Jô” na última terça. Desistiu ainda no estúdio, alegando demora para começar a entrevista" (Ancelmo Gois - Globo online)
segunda-feira, junho 21, 2010
Um sonho possível
É lindo o filme Um sonho possível ou Blind side, estrelado por Sandra Bullock. Conta a história de uma mulher rica que ajuda um menino negro, pobre e abandonado a ter uma vida digna e superar suas dificuldades financeiras e intelectuais. Na verdade, a narrativa é sobre a vida do jogador de futebol americano Michael Oher. Adoro ver no cinema histórias reais. Aliás, a atriz está muito bem no papel e o Oscar 2010 foi mais que merecido.
segunda-feira, maio 03, 2010
segunda-feira, abril 05, 2010
Alice
Às vésperas da estreia de Alice, de Tim Burton, está na hora de reler o original de Lewis Carroll. Quem sabe ler junto com o enteado, para incentivá-lo a gostar de certas leituras.
quarta-feira, março 10, 2010
Da série "do pior que há em mim"
Quem me conhece bem sabe que eu adoro uma tosqueira. Sou fã incondicional de axé music; adoro o canastrão Antonio Banderas, rio sem parar do Fred Mercury prateado do Pânico e outras cositas más. Pois bem, acabo de ler a notícia de que Roy (ex-Menudo) acaba de se juntar a uma cantora baiana sem expressão (Valéria Flor do Sereno - olha o nome da criatura!) e criar a banda Parayso. Trata-se de uma mistura de forró, axé, lambada, cantado em espanhol e português. A música de trabalho chama-se "Me agarra e vem", definida como uma lambada bilíngue entre as 14 canções do cd de estreia. Ui! Tô achando que vou gostar disso. Ha, ha, ha.
segunda-feira, março 08, 2010
O Oscar foi para uma mulher
Bem oportuna a data, no Dia Internacional da Mulher uma mulher ganhou, pela primeira vez, o Oscar de melhor direção. Além disso, sua produção foi a vencedora da noite com seis prêmios, entre eles, o de melhor filme. Kathlyn Bigelow foi a grande estrela da noite do Oscar com seu "Guerra ao Terror".
Apesar disso, eu torcia por "Avatar". Mas não vi o filme da ex-mulher de James Cameron. Talvez seja realmente bom.
Apesar disso, eu torcia por "Avatar". Mas não vi o filme da ex-mulher de James Cameron. Talvez seja realmente bom.
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Era só ficção
Da sala de trabalho comecei a ver helicópteros sobrevoando o morro Dona Marta. Primeiro achamos que a polícia estava procurando algum bandido escondido na mata. Seria uma pena, já que o Governo diz que a comunidade está pacificada. Lendo notícias, descobri que é apenas gravação do filme Tropa de Elite 2. Nos helicópteros da polícia estavam apenas atores armados. Ah, bom!
Crianças no cinema
Histórias com crianças carentes ou problemáticas sempre me comovem. A sensibilidade infantil é algo que mexe com a gente, porque muitas vezes elas sabem expressar o que nós, adultos, não conseguimos. E os filmes que apresentam os pequenos com todas as suas dúvidas, medos e afetividade são encantadores. Há pouco tempo vi "A menina no país das maravilhas", com a irmã mais nova de Dakota Fannning (Ellie) e ontem, vi outro lindo, chama-se "Ensinando a viver". Este último fala da relação de um menino adotado, Dennis, que esconde suas inseguranças e sentimentos atrás da fantasia de que é um marciano e de David (John Cusack), o pai viúvo, que também sentia-se diferente na infância e tornou-se um escritor de sucesso. A história termina com um pensamento que me marcou, mais ou menos assim: que as crianças estão há tão pouco tempo na Terra, que muitas vezes não sabem como funciona a vida humana. Não é a pura verdade? Muitas vezes queremos que crianças pensem como adultos, ajam assim também e tenham ótimos relacionamentos com as outras. Mas elas estão nesta vida há tão pouco tempo que precisam aprender como o funciona a sociedade, o que é aceito ou não e descobrir o seu lugar no mundo.
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Outros famosos em Lost
Daniel Faraday tem este sobrenome não por coincidência. Ele também é em homenagem a uma figura do mundo real, assim como Locke, Rosseau e Bentham, conforme falei no post anterior.
O físico da ilha de Lost é inspirado em Michael Faraday, físico e químico britânico, que se destacou em diversos trabalhos sobre fenômenos de eletricidade e magnetismo. Olha, isso não parece um tanto familiar? É incrível como a gente vai descobrindo coisas novas sobre esta série surpreendente.
O físico da ilha de Lost é inspirado em Michael Faraday, físico e químico britânico, que se destacou em diversos trabalhos sobre fenômenos de eletricidade e magnetismo. Olha, isso não parece um tanto familiar? É incrível como a gente vai descobrindo coisas novas sobre esta série surpreendente.
Pensadores em Lost
A série Lost está repleta de pensadores, filósofos, juristas, etc. Depois de John Locke e Rosseau (sobrenome da francesa Michelle), temos Jeremy Bentham (nome falso de Locke).
Jeremy Bentham foi um filósofo e jurista inglês do início do século 19, que difundiu o utilitarismo. Essa é uma teoria ética que responde questões de como viver, o que fazer em termos de maximizar a utilidade objetivando a felicidade.
Jeremy Bentham foi um filósofo e jurista inglês do início do século 19, que difundiu o utilitarismo. Essa é uma teoria ética que responde questões de como viver, o que fazer em termos de maximizar a utilidade objetivando a felicidade.
domingo, janeiro 17, 2010
Quidam
Amei Quidam, do Cirque du Soleil. Um espetáculo encantador, como todos da companhia. Vi há dois anos Os Salitimbancos. Entretanto, na época, fiquei em uma localização melhor, de frente para o palco.Então, acho que pude acompanhar com mais inspiração. Neste, fiquei de lado e alguns números eram difíceis de visualizar. Mas, sem dúvida, é lindo e imperdível. Diversão para todas as idades!
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Sempre notícias fresquinhas
Menos de uma semana no Twitter e já começo a ver vantagens na nova brincadeira. Acho muito mais legal como fonte de informação como de divulgação própria. Não tenho twittado tanto, mas tenho lido coisas interessantes e novidades bem bacanas, além de discussões boas ou divertidas. A mais nova notícia é de Maurício de Sousa. Ele acaba de dizer por lá que vai ter outro parque da Turma da Mônica. Oba, tomara que dê certo!
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Literatura na veia
Depois e muitos abandonos, retomei a leitura de "Crime e Castigo" de Dostoiévski. Vamos ver se agora vai... Este é um dos projetos para a vida: ler mais clássicos da literatura universal.
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