Depois das tragédias na Região Serrana, fica difícil continuar a série Vida de Repórter, que eu estava fazendo. Agora, o mais importante é tentar ajudar as pessoas e animais da região, de alguma forma.
Com este intuito, acabei de ligar para a Maria Elizabeth (Bebete), da ONG Estimação. Ela está em Teresópolis, em um galpão improvisado, cuidando de cerca de 250 cães que foram resgatados após as chuvas que devastaram a cidade. Ao falar ao telefone, percebi o desespero dela, que pediu um socorro para quem estiver disposto a adotar um animalzinho de estimação.
Segundo Maria Elizabeth, é importante que as pessoas façam doações de alimentos e outros produtos, mas o melhor seria que adotassem os bichinhos. Muitos foram resgatados perto do corpo de seus donos e não tem mais para onde ir. O galpão está situado à Rua Caramuru, nº 200 – bairro Meudon, Teresópolis. O telefone da Elizabeth é 8790-7772.
Quem não puder abrigar um animalzinho pode doar ração, jornal, água mineral, vermífugo, gaze e outros medicamentos.
Se alguém for subir a serra, por favor entre em contato para que outras pessoas possam mandar doações por esse comboio. É só deixar mensagem neste post, que eu encaminho.
Um blog para falar sobre política, viagem, cinema, séries, notícias e muito outros assuntos interessantes...ou não.
Mostrando postagens com marcador Bichos de estimação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bichos de estimação. Mostrar todas as postagens
terça-feira, janeiro 18, 2011
segunda-feira, dezembro 06, 2010
Uma história de lealdade
Vi ontem o filme "Sempre ao seu lado", que conta a história da amizade de um cão com seu dono. No cinema, Richard Gere é um professor americano que encontra um filhote de Akita na estação de trem e o adota. Mas a história real do cãozinho Hachi ou Hachikō é muito mais emocionante e tem nuances mais interessantes que a ficção resolveu aproveitar.
Hachikō foi trazido a Tóquio, em 1924, pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume.
A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor foi interrompida.Em 21 de Maio de 1925, Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião de professores e morreu. A história diz que, na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Mas é depois disso que a parte realmente triste da história começa. Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam.
Por 10 anos, Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Certa vez, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.
Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.
Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra Mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.
A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. Todo dia, ele partia para a estação de Shibuya e esperava lá pelo Professor Ueno para voltar pra casa. Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.
Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de dirofilariose, um verme que ataca o coração . Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos,ele deu seu último suspiro em uma rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.
Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.
Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.
Os Akitas
A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre "um dos olhos" voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken. (fonte: wikipedia)
O verdadeiro Hachi
O Hachi do filme, com seu dono Richard Gere
a estátua de Hachi em frente à estação de Shibuya
Hachikō foi trazido a Tóquio, em 1924, pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume.
A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor foi interrompida.Em 21 de Maio de 1925, Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião de professores e morreu. A história diz que, na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Mas é depois disso que a parte realmente triste da história começa. Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam.
Por 10 anos, Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Certa vez, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.
Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.
Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra Mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.
A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. Todo dia, ele partia para a estação de Shibuya e esperava lá pelo Professor Ueno para voltar pra casa. Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.
Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de dirofilariose, um verme que ataca o coração . Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos,ele deu seu último suspiro em uma rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.
Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.
Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.
Os Akitas
A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre "um dos olhos" voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken. (fonte: wikipedia)
O verdadeiro Hachi
O Hachi do filme, com seu dono Richard Gere
a estátua de Hachi em frente à estação de Shibuya
terça-feira, setembro 14, 2010
segunda-feira, agosto 23, 2010
Manifestação contra vacina antirábica
Os defensores dos animais farão um protesto na Praça XV, no dia 26 de agosto, às 14h, contra a campanha de vacinação antirrábica no Rio de Janeiro. Após tomarem a vacina gatos e cães ficaram doentes e alguns até morreram.
Vamos divulgar o evento para que esse tipo de coisa não volte a acontecer. Quem tem um bicho de estimação sabe a dor que é perdê-lo por conta de um descaso das autoridades. Graças a Deus, Brenda tomou a vacina e não teve qualquer reação. Mas poderia ter acontecido com qualquer um...
Vamos divulgar o evento para que esse tipo de coisa não volte a acontecer. Quem tem um bicho de estimação sabe a dor que é perdê-lo por conta de um descaso das autoridades. Graças a Deus, Brenda tomou a vacina e não teve qualquer reação. Mas poderia ter acontecido com qualquer um...
Brenda & eu
Passear na Lagoa, ver o pôr-do-sol e abraçar o melhor cachorro do mundo são coisas que a vida (e o marido) pode(m) proporcionar!
quarta-feira, junho 16, 2010
Do dia em que Brenda quase ganhou uma irmã
Fui passear com a Brenda pelas ruas do bairro, como todos os dias. Ao chegar perto da igrejinha me deparei com um cachorro preso com uma coleira nas grades e uns três homens em volta. Eles diziam que o bichinho tinha sido abandonado e uma mulher pobre, pelo que eu entendi, moradora de rua, tinha adotado. Entretanto, um deles dizia que ela não tinha condições de ficar com o animalzinho, que logo soube era uma fêmea. Parecia um shin-tzu, mas tinha o pelo crespo, como de um poodle.
A tal mulher estava jantando na padaria, enquanto conversávamos e um dos homens dizia que ela daria a cadelinha a quem pudesse cuidar dela. Imediatamente, meu coração amoleceu e eu pensei: "por que não? Onde come um, comem dois". Liguei para o meu marido e ele concordou, só me aconselhando que eu levasse a bichinha para o veterinário, já que ela poderia ter pulgas e carrapatos e infestar a Brenda. Meu coração batia forte enquanto eu esperava a tal mulher. Passou um filme pela minha cabeça. As duas bichinhas correndo pela casa, pulando na cama, me dando muitas lambidas. Mas, de repente, tudo acabou. Assim que a mulher apareceu, o cara foi pegando o cachorro e ela disse: "é meu".
Nem cheguei a falar com ela. Afinal de contas, a gente não sabe os limites do amor. Ela encontrou a cadelinha ontem e, provavelmente, já está tomada de amores pela pequena. Mesmo sendo pobre, pode ser que possa dar uma vida digna e amorosa, afinal de contas a bichinha foi abandonada na rua e agora tem uma nova dona. Que elas sejam felizes!
A tal mulher estava jantando na padaria, enquanto conversávamos e um dos homens dizia que ela daria a cadelinha a quem pudesse cuidar dela. Imediatamente, meu coração amoleceu e eu pensei: "por que não? Onde come um, comem dois". Liguei para o meu marido e ele concordou, só me aconselhando que eu levasse a bichinha para o veterinário, já que ela poderia ter pulgas e carrapatos e infestar a Brenda. Meu coração batia forte enquanto eu esperava a tal mulher. Passou um filme pela minha cabeça. As duas bichinhas correndo pela casa, pulando na cama, me dando muitas lambidas. Mas, de repente, tudo acabou. Assim que a mulher apareceu, o cara foi pegando o cachorro e ela disse: "é meu".
Nem cheguei a falar com ela. Afinal de contas, a gente não sabe os limites do amor. Ela encontrou a cadelinha ontem e, provavelmente, já está tomada de amores pela pequena. Mesmo sendo pobre, pode ser que possa dar uma vida digna e amorosa, afinal de contas a bichinha foi abandonada na rua e agora tem uma nova dona. Que elas sejam felizes!
quinta-feira, junho 03, 2010
Ainda sobre a SUIPA
Quem está consternado com o que pode vir a acontecer à SUIPA após as denúncias do Ministério Público deve dar uma lida no blog da Cora Rónai hoje. Há o depoimento do veterinário responsável por avaliar as denúncias feitas à entidade, Renato Campello Costa, presidente da Comissão de Clínica e Bem Estar Animal do Conselho Regional de Veterinária. Ele disse que a clínica da SUIPA funciona em condições satisfatórias e que o abrigo tem condições insalubres, mas reflexo da superlotação, mas nada comparável ao que acontece nas ruas com os animais abandonados. Vale a pena conferir a matéria no blog InternETC
quarta-feira, junho 02, 2010
Um voto de confiança para a SUIPA
Nos últimos dias temos visto na imprensa várias matérias denunciando um suposto desvio de dinheiro da SUIPA. Eu não conheço a presidente da instituição, não posso dizer o que realmente tem ocorrido, mas a minha preocupação é com o que pode acontecer com a entidade, que tem sido tão importante para os animais, que são abandonados todos os dias nas ruas.
Meu marido mesmo já salvou um cão de ser atropelado na Estrada Grajaú-Jacarepaguá e o levou para lá, achando que seria a melhor solução para resguardar a vida do pobre animalzinho. Quem tem cachorro sabe a dor e o sofrimento daqueles que não tem um lar, comida e, principalmente, o carinho de um dono. São os seres mais fiéis que existem.
Na SUIPA existem bichinhos das mais diversas procedências e, o pior de tudo é que grande parte é abandonada por seus próprios donos, que não querem cuidar de um animal velho ou doente ou porque se mudam e não tem onde colocá-lo. Esquecem do essencial: quem adota um animal é responsável por ele por toda a vida. Então, se ele está doente ou velho, é preciso dar carinho nessa fase tão difícil e, se vai mudar de apartamento, antes de comprar ou alugar, é preciso saber se aceitam animais. Eu tenho um São Bernardo e jamais vou morar em um lugar onde minha grande amiga não seja aceita.
Enfim, a minha preocupação com os rumos da SUIPA é porque, com todas essas denúncias, que não sabemos se procedem, pode ocasionar uma diminuição de doações em dinheiro, que fatalmente comprometeria a vida dos cerca de 3.500 animais que ali estão. E se não vivem nas melhores condições do mundo não é por falta de atenção, mas porque o Governo não investe em abrigos e tratamento para esses animais, por isso, a SUIPA acaba desempenhando sozinha esse papel. A superlotação é reflexo da falta de investimento e atenção a esses bichos pelas autoridades públicas. É preciso conscientização e, que as pessoas visitem o local antes de tirarem conclusões. Aliás, que visitem e se apaixonem por um daqueles pets que lá estão, adotando com consciência um deles.
Bom, todos nós que gostamos de cães, gatos e outros animais devemos dar um voto de confiança e escutar também a palavra da presidente da SUIPA. Leia carta abaixo:
"Rio de janeiro, 31 de maio de 2010
Nota de esclarecimento - SUIPA
Em razão de informações infundadas e distorcidas, publicadas pela imprensa na última semana sobre o nosso trabalho, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (SUIPA) se manifesta publicamente em defesa de seu trabalho, construído com base na transparência e no amor pelos animais e em respeito aos seus associados e comunidade.
Ressaltamos que somos uma associação civil, portanto sem fins lucrativos. Possuímos 13.000 associados que contribuem com doações. Não recebemos qualquer tipo de verba da esfera pública para a manutenção da SUIPA.
Esclarecemos:
1-Sobre a superlotação
Atualmente, a SUIPA abriga 3500 animais, entre cães e gatos e outros. Todos os dias, acolhemos cerca de 40 animais carentes que nos são entregues nas mais diversas condições de saúde. A entidade se recusa a parar de receber os animais carentes, deixando os desabrigados em uma situação ainda pior. Por sua filosofia e por força do seu estatuto, a SUIPA jamais se dará ao luxo de definir o destino de um animal, negando-lhe abrigo e comida, largando-os à própria sorte.
Nossas instalações necessitam de reformas e de ampliações que, por sua vez, dependem de doações e trabalho voluntário.
A questão da superlotação é conhecida pelo Ministério Público desde 2004, que reconheceu a SUIPA como “...uma entidade privada, cuja atividade deveria apenas complementar o serviço que deveria ser prestado pelo governo.”, assinalando ainda que (a SUIPA): “Exerce relevantes funções para o desenvolvimento da saúde pública e tratamento de animais, como atendimento clinico e cirúrgico, raio-x, laboratório de análises clínicas, canis de internação, cremação de animais mortos, castração e vacinação gratuita. Assim, exerce papel fundamental na cidade do Rio de Janeiro que possui elevado número de cães e gatos abandonados em vias públicas.”
2 – Sobre maus tratos e mortandade
Os animais da SUIPA não sofrem maus tratos, mas dependem da saúde financeira da entidade e das doações. Lutamos e fazemos o melhor que podemos para dar dignidade e alento aos animais que sofrem maus tratos ao serem abandonados nas ruas, sendo que para muitos, conseguimos um lar. No entanto, infelizmente, outros não possuem tanta sorte em razão das péssimas condições de saúde e inanição que nos são entregues (82% deles).
Devido às más condições de saúde e estágio avançados de doenças, a mortandade entre os animais recém chegados à SUIPA alcança, sim, 90%, sendo que 50% são de filhotes e recém nascidos. Estes são casos que não podemos reverter, independentemente de nossos esforços.
3 – Sobre desvio de verbas
A SUIPA desconhece o desvio de R$ 324 mil citados pela representante do Ministério Público nas entrevistas aos meios de comunicação. A entidade, inclusive, não compreende como a promotora chegou a este valor.
No entanto, a SUIPA reserva-se ao direito de realizar ações de emergência para salvaguardar seus animais. No dia 13.04.2009, registramos em cartório a necessidade de saque de R$ 112.000,00. Valor destinado integralmente à compra de ração, medicamentos e pagamento de dívidas com fornecedores.
4 – Sobre as despesas
A despesa para a manutenção dos cerca de 3.500 animais é enorme. Consumimos, aproximadamente, 40 toneladas de ração mensalmente, sem contar os gastos com medicamentos e materiais de limpeza. Cabe destacar que todos os 155 empregados da SUIPA são assalariados e registrados em Carteira, tal qual determina a lei. Dentre estes, temos um quadro com 30 veterinários, nenhum deles em caráter voluntário.
Regularmente, a SUIPA faz auditoria interna com auditores independentes e, no dia em que foi efetuada a fiscalização na SUIPA pelo Ministério Público, a promotora esteve em contato com o auditor, particularmente, por cerca de trinta minutos.
Gostaríamos de agradecer o carinho e a confiança de nossos associados que, na última semana, nos enviaram mais de mil mensagens de apoio, por meio de telefonemas, emails e até pessoalmente.
A SUIPA apóia o dever do Ministério Público de proteger a sociedade e reconhece sua seriedade. No entanto, também entende que a instituição não deve deixar-se levar por críticas pessoais e muito menos por informações infundadas, já que a SUIPA sempre esteve aberta ao diálogo e aos esclarecimentos que lhe foram solicitados.
Cordialmente.
IZABEL CRISTINA NASCIMENTO
Presidente da SUIPA
(21) 3297-8777
http://www.suipa.org.br/"
Meu marido mesmo já salvou um cão de ser atropelado na Estrada Grajaú-Jacarepaguá e o levou para lá, achando que seria a melhor solução para resguardar a vida do pobre animalzinho. Quem tem cachorro sabe a dor e o sofrimento daqueles que não tem um lar, comida e, principalmente, o carinho de um dono. São os seres mais fiéis que existem.
Na SUIPA existem bichinhos das mais diversas procedências e, o pior de tudo é que grande parte é abandonada por seus próprios donos, que não querem cuidar de um animal velho ou doente ou porque se mudam e não tem onde colocá-lo. Esquecem do essencial: quem adota um animal é responsável por ele por toda a vida. Então, se ele está doente ou velho, é preciso dar carinho nessa fase tão difícil e, se vai mudar de apartamento, antes de comprar ou alugar, é preciso saber se aceitam animais. Eu tenho um São Bernardo e jamais vou morar em um lugar onde minha grande amiga não seja aceita.
Enfim, a minha preocupação com os rumos da SUIPA é porque, com todas essas denúncias, que não sabemos se procedem, pode ocasionar uma diminuição de doações em dinheiro, que fatalmente comprometeria a vida dos cerca de 3.500 animais que ali estão. E se não vivem nas melhores condições do mundo não é por falta de atenção, mas porque o Governo não investe em abrigos e tratamento para esses animais, por isso, a SUIPA acaba desempenhando sozinha esse papel. A superlotação é reflexo da falta de investimento e atenção a esses bichos pelas autoridades públicas. É preciso conscientização e, que as pessoas visitem o local antes de tirarem conclusões. Aliás, que visitem e se apaixonem por um daqueles pets que lá estão, adotando com consciência um deles.
Bom, todos nós que gostamos de cães, gatos e outros animais devemos dar um voto de confiança e escutar também a palavra da presidente da SUIPA. Leia carta abaixo:
"Rio de janeiro, 31 de maio de 2010
Nota de esclarecimento - SUIPA
Em razão de informações infundadas e distorcidas, publicadas pela imprensa na última semana sobre o nosso trabalho, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (SUIPA) se manifesta publicamente em defesa de seu trabalho, construído com base na transparência e no amor pelos animais e em respeito aos seus associados e comunidade.
Ressaltamos que somos uma associação civil, portanto sem fins lucrativos. Possuímos 13.000 associados que contribuem com doações. Não recebemos qualquer tipo de verba da esfera pública para a manutenção da SUIPA.
Esclarecemos:
1-Sobre a superlotação
Atualmente, a SUIPA abriga 3500 animais, entre cães e gatos e outros. Todos os dias, acolhemos cerca de 40 animais carentes que nos são entregues nas mais diversas condições de saúde. A entidade se recusa a parar de receber os animais carentes, deixando os desabrigados em uma situação ainda pior. Por sua filosofia e por força do seu estatuto, a SUIPA jamais se dará ao luxo de definir o destino de um animal, negando-lhe abrigo e comida, largando-os à própria sorte.
Nossas instalações necessitam de reformas e de ampliações que, por sua vez, dependem de doações e trabalho voluntário.
A questão da superlotação é conhecida pelo Ministério Público desde 2004, que reconheceu a SUIPA como “...uma entidade privada, cuja atividade deveria apenas complementar o serviço que deveria ser prestado pelo governo.”, assinalando ainda que (a SUIPA): “Exerce relevantes funções para o desenvolvimento da saúde pública e tratamento de animais, como atendimento clinico e cirúrgico, raio-x, laboratório de análises clínicas, canis de internação, cremação de animais mortos, castração e vacinação gratuita. Assim, exerce papel fundamental na cidade do Rio de Janeiro que possui elevado número de cães e gatos abandonados em vias públicas.”
2 – Sobre maus tratos e mortandade
Os animais da SUIPA não sofrem maus tratos, mas dependem da saúde financeira da entidade e das doações. Lutamos e fazemos o melhor que podemos para dar dignidade e alento aos animais que sofrem maus tratos ao serem abandonados nas ruas, sendo que para muitos, conseguimos um lar. No entanto, infelizmente, outros não possuem tanta sorte em razão das péssimas condições de saúde e inanição que nos são entregues (82% deles).
Devido às más condições de saúde e estágio avançados de doenças, a mortandade entre os animais recém chegados à SUIPA alcança, sim, 90%, sendo que 50% são de filhotes e recém nascidos. Estes são casos que não podemos reverter, independentemente de nossos esforços.
3 – Sobre desvio de verbas
A SUIPA desconhece o desvio de R$ 324 mil citados pela representante do Ministério Público nas entrevistas aos meios de comunicação. A entidade, inclusive, não compreende como a promotora chegou a este valor.
No entanto, a SUIPA reserva-se ao direito de realizar ações de emergência para salvaguardar seus animais. No dia 13.04.2009, registramos em cartório a necessidade de saque de R$ 112.000,00. Valor destinado integralmente à compra de ração, medicamentos e pagamento de dívidas com fornecedores.
4 – Sobre as despesas
A despesa para a manutenção dos cerca de 3.500 animais é enorme. Consumimos, aproximadamente, 40 toneladas de ração mensalmente, sem contar os gastos com medicamentos e materiais de limpeza. Cabe destacar que todos os 155 empregados da SUIPA são assalariados e registrados em Carteira, tal qual determina a lei. Dentre estes, temos um quadro com 30 veterinários, nenhum deles em caráter voluntário.
Regularmente, a SUIPA faz auditoria interna com auditores independentes e, no dia em que foi efetuada a fiscalização na SUIPA pelo Ministério Público, a promotora esteve em contato com o auditor, particularmente, por cerca de trinta minutos.
Gostaríamos de agradecer o carinho e a confiança de nossos associados que, na última semana, nos enviaram mais de mil mensagens de apoio, por meio de telefonemas, emails e até pessoalmente.
A SUIPA apóia o dever do Ministério Público de proteger a sociedade e reconhece sua seriedade. No entanto, também entende que a instituição não deve deixar-se levar por críticas pessoais e muito menos por informações infundadas, já que a SUIPA sempre esteve aberta ao diálogo e aos esclarecimentos que lhe foram solicitados.
Cordialmente.
IZABEL CRISTINA NASCIMENTO
Presidente da SUIPA
(21) 3297-8777
http://www.suipa.org.br/"
segunda-feira, maio 24, 2010
Para amenizar a tristeza II
O cão da foto não é a Brenda. Provavelmente um macho, pelo porte. Encontrei a imagem na internet. Lindo, lindo! Ainda vou ter um assim!
terça-feira, abril 13, 2010
Amor de cão
Fico impressionada às vezes, como os cachorros são quase como filhos. No domingo, fui dormir cedo e fechei a porta do quarto, já que precisava descansar para a prova na faculdade, que seria no dia seguinte bem cedo. Meu marido ficou em outro quarto assistindo TV até altas horas.
Ele tentou de várias maneiras agradar a Brenda, chamá-la para perto, brincar com ela e até ligar o ar-condicionado que ela tanto adora. E nada, a bichinha tratava de fugir e ir deitar na porta do quarto em que eu estava. Ficou assim por mais de quatro horas, cheirando por baixo da porta e choramingando. Eu, mal humorada e com uma dó danada, lá pelas 2h da madruga (e olha que eu precisava acordar às 6h), abri a porta para ela. A danada entrou, deitou e ficou quietinha dormindo embaixo da mesa.
Conclusão: mãe é insubstituível!!!
Ele tentou de várias maneiras agradar a Brenda, chamá-la para perto, brincar com ela e até ligar o ar-condicionado que ela tanto adora. E nada, a bichinha tratava de fugir e ir deitar na porta do quarto em que eu estava. Ficou assim por mais de quatro horas, cheirando por baixo da porta e choramingando. Eu, mal humorada e com uma dó danada, lá pelas 2h da madruga (e olha que eu precisava acordar às 6h), abri a porta para ela. A danada entrou, deitou e ficou quietinha dormindo embaixo da mesa.
Conclusão: mãe é insubstituível!!!
segunda-feira, abril 05, 2010
Feliz Páscoa (com atraso)!
Achei tão lindas as imagens, que resolvi compartilhar. Com um dia de atraso, é fato, mas desejando momentos de reflexão, união familiar e muita alegria na vida.
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Morta de pena
Ainda não tenho filhos, mas tive uma amostra do que é ficar a noite em claro consolando e cuidando de um filho doente. A Brenda entrou no cio na segunda-feira e ontem choramingou a noite toda. Não conseguia posição para dormir. Não tive coragem de tirá-la do ar-condicionado, afinal ela já sente muito calor e seu corpo estava ainda mais quente. Será que cachorro também sente cólicas?
Fiquei acariciando a barriga dela e tentando acalmá-la o tempo todo, até que foi vencida pelo cansaço e conseguiu dormir três horinhas. Coitada da minha pequena!
Fiquei acariciando a barriga dela e tentando acalmá-la o tempo todo, até que foi vencida pelo cansaço e conseguiu dormir três horinhas. Coitada da minha pequena!
terça-feira, dezembro 22, 2009
Revolta natalina
Depois de postar a foto singela abaixo, eis que dou uma notícia para chorar ou rir. A minha pequena gigante cachorrinha resolveu mostrar sua revolta. Hoje encontrei a árvore de Natal tombada no chão e uma estrelinha despedaçada. Graças a Deus não quebrou nenhuma bolinha e Brenda não se machucou. Agora, é para esganar, não é?
segunda-feira, dezembro 21, 2009
terça-feira, novembro 03, 2009
Perfeição
O texto abaixo eu tirei do blog "Amigos do Freud" e parece que o autor é o Leonardo, que escreve neste espaço. Adorei e resolvi reproduzir dando o crédito.
Você consegue?
Se você consegue começar o dia sem cafeína para despertar.
Sem uma gota de álcool para se alegrar no fim da tarde e, à noite, consegue ir para a cama sem nenhum comprimido para dormir.
Se você consegue manter o bom humor, ignorando os males do mundo e as suas próprias dores.
Se consegue engolir as queixas e evitar aborrecer os outros com seus problemas.
Compreender quando as pessoas - mesmo as que te amam - estão ocupadas pra te atender agora...
Se você consegue suportar a crítica e aceitar a censura, mesmo por um erro que não cometeu.
Se você consegue relevar a grosseria das pessoas, sem se revoltar.
Enfrentar a vida sem mentiras e falsidades.
E, do fundo do coração, não ter qualquer preconceito de raça, crença, idade ou opção sexual.
Se você consegue comer a mesma comida todos os dias e continuar feliz.
Se depois de horas de solidão você consegue, sem cobranças, receber a quem chega com imensa alegria.
Se consegue amar incondicionalmente, sem esperar nada em troca.
E acreditar que cuidarão de você até o fim da vida...
Se você consegue isso, meu amigo, você é quase tão perfeito quanto o seu cão.
Você consegue?
Se você consegue começar o dia sem cafeína para despertar.
Sem uma gota de álcool para se alegrar no fim da tarde e, à noite, consegue ir para a cama sem nenhum comprimido para dormir.
Se você consegue manter o bom humor, ignorando os males do mundo e as suas próprias dores.
Se consegue engolir as queixas e evitar aborrecer os outros com seus problemas.
Compreender quando as pessoas - mesmo as que te amam - estão ocupadas pra te atender agora...
Se você consegue suportar a crítica e aceitar a censura, mesmo por um erro que não cometeu.
Se você consegue relevar a grosseria das pessoas, sem se revoltar.
Enfrentar a vida sem mentiras e falsidades.
E, do fundo do coração, não ter qualquer preconceito de raça, crença, idade ou opção sexual.
Se você consegue comer a mesma comida todos os dias e continuar feliz.
Se depois de horas de solidão você consegue, sem cobranças, receber a quem chega com imensa alegria.
Se consegue amar incondicionalmente, sem esperar nada em troca.
E acreditar que cuidarão de você até o fim da vida...
Se você consegue isso, meu amigo, você é quase tão perfeito quanto o seu cão.
quinta-feira, outubro 29, 2009
Dois cachorros e um porquinho
Vejam só que maluquice: sonhei na noite passada que meu marido tinha levado para nossa casa dois vira-latas e um porquinho. Eu ficava desesperada, achando que os cachorros iriam passar doença para a minha cadelinha Brenda. Mas os caninos eu aceitei. Já com o porquinho eu disse que não ficaria. Aliás, tenho horror a este bicho. Enfim...
quinta-feira, setembro 17, 2009
quinta-feira, setembro 03, 2009
Cachorro mais velho do mundo
Morreu essa semana o cão mais velho do mundo, segundo o Guinness.
Chanel, um dachshund, morreu de causas naturais na casa de seus donos, no subúrbio de Port Jefferson Station, na cidade norte americana de Long Island. O bichinho tinha 26 anos, o equivalente a 147 anos humanos. (A informação é do site Pet Lover). Ai, se todos os cachorrinhos vivessem tanto assim...
Chanel, um dachshund, morreu de causas naturais na casa de seus donos, no subúrbio de Port Jefferson Station, na cidade norte americana de Long Island. O bichinho tinha 26 anos, o equivalente a 147 anos humanos. (A informação é do site Pet Lover). Ai, se todos os cachorrinhos vivessem tanto assim...
terça-feira, agosto 18, 2009
Questão de cultura
Uma coisa que reparei nos Estados Unidos foi o tratamento em relação aos pets. Em vários lugares comerciais e públicos é possível entrar com cães e gatos e ninguém faz cara feia por isso. Outra coisa interessante é que não se vê coco ou xixi de animais pelas ruas. Há disponíveis sacos de plástico para se recolher os dejetos e depois jogar no lixo nas ruas de Miami (ver foto). Achei bem interessante.
Marcadores:
Bichos de estimação,
Miami,
Viagem
sexta-feira, agosto 07, 2009
Cão de férias
Como vamos viajar, levamos Brenda para o canil do meu tio. Ela também vai ter uma rotina diferente. Conhecerá muitos amiguinhos novos nas suas férias. E a mãe aqui, ao deixá-la ontem, saiu aos prantos. Se a gente fica com um aperto no peito de se separar de um cãozinho, imagino como deve ser com um filho mesmo. Ai, estou sofrendo!
Assinar:
Postagens (Atom)
