quarta-feira, maio 25, 2011

De grão em grão

Depois da primeira vitória do ano, a aprovação na OAB, sigo com os próximos planos de 2011. Estou confiante, feliz e animada.

sexta-feira, maio 20, 2011

Um grande dia!

Passei na prova da OAB. Esse é o primeiro sonho de 2011 realizado. É isso aí, estudo, esforço e dedicação me fizeram subir esse degrau. Agora é manter o ritmo e garantir um futuro melhor.

segunda-feira, maio 02, 2011

O homem que não gargalhava

(Por Carolina Bessa)

Ele não sabia gargalhar. O riso fácil, escancarado, barulhento era coisa impossível para ele. Não aprendeu como se fazia e achava graça de quem o conseguia. Criado por uma mãe que lamentava as mortes prematuras do marido e de um dos filhos, na sua casa não tinha programa de humor, música nem festa.
Mas o homem que não gargalhava cresceu, conheceu uma mocinha por quem se apaixonou, teve filhos, netos e bisnetos, sustentou a todos dignamente, comprou uma ilha encantada, teve gato, cachorro e papagaio. E, no fim, o homem que não gargalhava foi muito feliz!

segunda-feira, abril 25, 2011

Quatro dias para as férias

Estou ansiosa para que cheguem logo as férias, mas antes disso precisarei enfrentar uma declaração de IR, um dia de fórum e uma manhã no Tribunal Regional do Trabalho. Na linguagem do Facebook, não curti!

quarta-feira, abril 20, 2011

A morte dos blogs

O fenômeno Facebook andou contagiando todo mundo. Quem escrevia só para fazer uma espécie de diário, acabou migrando para a rede social. O Twitter absorveu outros tantos usuários da internet com o mesmo propósito. Entretanto, eu não abandono o meu blog por nada deste mundo. O blog é algo a mais. É o seu espaço cativo no cyber espaço, é o lugar adequado para escrever mais de cento e poucos caracteres, para transbordar ideias e debater qualquer assunto de forma mais aprofundada.
Sou fã dos blogs, primeiro, porque é possível descobrir muita gente interessante na rede, com boas ideias, pensamentos inteligentes e falando abertamente de temas distintos. Segundo, porque é onde a gente se sente em casa para escrever nossos melhores textos. O Enfim... está completando oito anos e, apesar do breve tempo em que desisti dele, não pretendo largá-lo tão cedo.
Muita gente abandonou seus blogs, deixou de atualizá-los ou simplesmente não se esforça mais para escrever algo interessante. Parece que perdeu o encanto. Hoje tratei de fazer uma limpa nos meus links. Apaguei vários, mas estou carente de novos, porque simplesmente não tenho encontrado muita coisa que me instigue a ler.
Outro dia mesmo toquei no assunto dos blogs que são meros "recorte-coles" de textos de outras pessoas. Há gente que não sabe escrever e quer ter um diário virtual só reproduzindo coisas que achou pelo Google. Quer coisa mais sem graça que isso?
Enfim, aceito sugestões de espaços bacanas com textos interessantes. Afinal, eu sou viciada em blogs.

terça-feira, abril 12, 2011

As férias do ócio

Nas próximas férias pretendo ter tempo para coisas simples da vida: ler um bom livro, rever os amigos, arrumar armários, dar um passeio pelo Saara para ver coisinhas para a casa, ver as vitrines dos shoppings, assistir sessão da tarde, andar no calçadão para beber água de coco, levar Brenda (minha cadela) ao parcão da Lagoa. Tudo assim, bem devagar, sem preocupação.
Ah, também tenho que separar livros para a minha mongrafia. Mas isso é uma outra história.

Unindo forças, fortalecendo laços

Os sustos que a vida nos dá, servem para valorizarmos ainda mais os momentos ao lado das pessoas queridas. Sempre que possível, visite seus pais, seus avós, seu melhor amigo. Não deixe de telefonar, mandar torpedos e até, porque não, usar as redes sociais para demonstrar seu afeto. O contato com aqueles que amamos é recomendável diariamente, para que possamos criar vínculos, fortalecer laços, apoiar decisões e oferecer um ombro para chorar. É isso que nos torna mais fortes e nos faz acreditar que viver é bom, que o passado de lembranças é doce, que o futuro pode nos reservar boas surpresas e o presente é cada tijolinho que colocamos para construir nossa trajetória.

domingo, abril 03, 2011

Alguém muito especial

Sentir saudades do meu avô é algo constante na minha vida. E quando lembro do seu jeito de falar, das coisas de que gostava e até do seu jeito de vestir, usando suspensório e boné, me faz cair aos prantos. Mesmo sete anos depois, a saudade ainda aperta muito!

quinta-feira, março 31, 2011

Lembranças da infância

Saudades das férias em uma ilha em que caçávamos borboletas e depois as soltávamos, comíamos amora e jamelão, mergulhávamos na lagoa, tínhamos medo de cobra, chorávamos a morte do caranguejo, corríamos de abelhas e marimbondos e nos encantávamos com os vaga-lumes.
(Pensar no meu avô sempre me inspira a escrever. Saudades dele!)

sexta-feira, março 18, 2011

Memórias

Por um momento resolvi ler um pouco do Enfim... e percebi o quanto o blog fala de mim, dos meus sentimentos, das minhas experiências de vida e da minha visão sobre o mundo. É gostoso sentir de novo certas emoções contidas em textos dedicados a pessoas que amamos. Talvez esses sejam os mais bonitos escritos por aqui. Sem querer, me deparo com palavras que fizeram sentido em algum momento e que conseguiram expressar tudo o que eu estava sentindo.  Sei lá, dá um certo orgulho...

Não aguento isso...

Tem gente que faz blog só com recorte e cole de textos da internet. Me diz uma coisa: se não sabe escrever, então não faça um blog! É legal, de vez em quando, postar um texto da Martha Medeiros, um pensamento de Dalai Lama ou outra coisa qualquer. Entretanto, já vi blogs só com textos escritos por outras pessoas com dicas de viagem, maquiagem, sinopse de cinema, moda e etc.
Gente, cadê a criatividade? Vamos exercitar o texto. Se a gente escorrega na língua portuguesa, nada melhor do que treinar e treinar. Muitas vezes, eu errei alguma palavra ou pontuação aqui e depois voltei ao texto e corrigi. Errar é humano! Não há nada melhor para organizar as ideias do que exercitar diariamente. Chega de preguiça! Aliás, plágio é muito feio!

quarta-feira, março 16, 2011

O medo da energia nuclear

No O Globo de hoje Zuenir Ventura escreve o texto "O nosso medo atômico", falando do vazamento radioativo das usinas nucleares no Japão após a tragédia recente de terremoto e tsunami. Aliás, esse é um medo que nos persegue há tempos. Primeiro foi com as bombas de Hiroshima e Nagasaki. Depois o acidente em Chernobyl, na Ucrânia, na década de 80.
Com a Guerra Fria, o medo de que Estados Unidos e URSS corressem para desenvolver programas nucleares e usassem seus novos "brinquedinhos" bélicos. Hoje, com desastres naturais, vemos o quanto é frágil manter uma usina nuclear. O Brasil será que está preparado para isso? Não sei.
O fato é que temos medo. Eu tenho!

quarta-feira, março 02, 2011

Publiquei no Facebook

O mundo está mesmo perdido. Tiririca na Comissão de Educação, Sandy como devassa e Dilma ensinando a fazer omelete.

Ano diferente

DISCIPLINA é a palavra-chave para este ano. Preciso bastante dela para alcançar todos os meus objetivos. Sei que será cansativo, mas também prazeroso. Subir cada degrau com tranquilidade e alcançando sucesso é algo bem gostoso.
Talvez não seja o melhor ano deste blog, já que provavelmente as novidades serão escassas. Mas prometo não desaparecer e buscar sempre algo interessante para os leitores (será que ainda existe algum?)
Enfim... o importante é VIVER!!!!
Ah, bom Carnaval para todos!

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Casa arrumada

Adorei o texto. Recebi por e-mail de uma amiga. Não sei quem é o autor, mas compartilho as palavras com vocês.

"Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Prédios mal-assombrados

Deu hoje, na coluna do Ancelmo Gois, que os seguranças que cuidam da antiga sede da Manchete juram que o prédio, na Glória, é mal-assombrado. Um deles conta que encontrou fora do lugar um quadro com o rosto de Adolpho Bloch. Ficou com medo do olhar do fundador do antigo império jornalístico no retrato.
O antigo prédio do jornal dos Sports, na Rua Tenente Possolo, que foi demolida, também tinha essa fama. Quando trabalhei lá, vários colegas diziam que quem visitasse o arquivo durante à noite escutava a porta bater sozinha e ficava trancado lá dentro. Lenda urbana, claro!

terça-feira, janeiro 18, 2011

Adoção de cães na Região Serrana

Depois das tragédias na Região Serrana, fica difícil continuar a série Vida de Repórter, que eu estava fazendo. Agora, o mais importante é tentar ajudar as pessoas e animais da região, de alguma forma.
Com este intuito, acabei de ligar para a Maria Elizabeth (Bebete), da ONG Estimação. Ela está em Teresópolis, em um galpão improvisado, cuidando de cerca de 250 cães que foram resgatados após as chuvas que devastaram a cidade. Ao falar ao telefone, percebi o desespero dela, que pediu um socorro para quem estiver disposto a adotar um animalzinho de estimação.
Segundo Maria Elizabeth, é importante que as pessoas façam doações de alimentos e outros produtos, mas o melhor seria que adotassem os bichinhos. Muitos foram resgatados perto do corpo de seus donos e não tem mais para onde ir. O galpão está situado à Rua Caramuru, nº 200 – bairro Meudon, Teresópolis. O telefone da Elizabeth é 8790-7772.
Quem não puder abrigar um animalzinho pode doar ração, jornal, água mineral, vermífugo, gaze e outros medicamentos.
Se alguém for subir a serra, por favor entre em contato para que outras pessoas possam mandar doações por esse comboio. É só deixar mensagem neste post, que eu encaminho.

terça-feira, janeiro 11, 2011

Vida de repórter: No Fashion Rio

Estive por duas vezes no Fashion Business, setor de negócios do Fashion Rio,  o maior evento de moda da cidade. Eu fazia cobertura de economia e buscava saber como seria o crescimento da confecção e os empregos gerados por conta desta demanda.
Uma das coisas de que mais me lembro foi da abertura do evento pela então governadora Rosinha Garotinho. Ela compareceu ao Fashion Rio com um sapato que tinha uma pedrinha na sola. Era uma pedra preciosa, não lembro qual agora. Aliás, foi o comentário do dia na imprensa, já que dava até para fazer o trocadilho: "a pedra no sapato da governadora".
Eu circulei por vários estandes em busca de informações, conheci vários projetos interessantes de ONGs que atuavam no segmento com incentivos governamentais, criando roupas com materiais como fuxico, crochê e outros.
Aliás, eu amava também os brindes que trazíamos de lá. Eram bolsas e acessórios muito fofos! Bons tempos, bons tempos....
O meu único arrependimento foi não assistir a nenhum desfile. Eu cheguei a ganhar ingressos, mas como era no horário de folga, acaba desistindo. Uma pena!

sábado, janeiro 08, 2011

Vida de repórter: encontro com o Beijoqueiro

O Rio de Janeiro não é feito só de atores globais e Ex-BBBs, mas de figuras populares que se tornaram conhecidas no vai e vem cotidiano desta bela e caótica cidade, entre eles, o Profeta Gentileza, o gari Renato Sorriso e o fotógrafo da Lapa, por exemplo.
Mas muitos devem se lembrar do Beijoqueiro, agora um pouco desaparecido, mas que já foi o terror de muita gente famosa. José Alves de Moura foi batizado assim pela imprensa, pelo hábito de aparecer em eventos beijando celebridades. Quem viveu na Cidade Maravilhosa nas duas últimas décadas deve ter esbarrado com ele pelas ruas.
Trabalhando como repórter, tive a chance de encontrá-lo duas vezes e confesso, morri de medo de chegar muito perto, com medo de ele me beijar. Bom, eu não deveria temer tanto, afinal ele só beijava pessoas da estirpe de Frank Sinatra, Roberto Carlos, Garrincha e, conseguindo driblar a segurança, chegou até João Paulo II, tascando-lhe uma bitoca nos pés.
Bom, voltando às minhas histórias, estive frente a frente com a figuraça na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na época, fui a um evento  no qual estava o então governador de Minas, Itamar Franco, que havia declarado moratória, para não pagar a dívida com o Governo Federal. Uma briguinha entre ele e o então presidente Fernando Henrique Cardoso. Todos os repórteres tentavam falar com Itamar, se acotovelando, se empurrando, câmeras batendo em nossas cabeças, enfim, aquelas confusões típicas de aglomeração da imprensa.
Bem, no meio daquele oba-oba, eis que surge o beijoqueiro, que, rápido e eficiente tasca um beijo no rosto de Itamar. Depois disso, o então governador de MG correu e entrou no carro. Conclusão: a imprensa ficou a ver navios.
Meu segundo encontro com o Beijoqueiro foi em uma passeata estudantil. Ele resolveu acompanhar o protesto e tentava, vez ou outra, distribuir umas bitocas nos líderes do movimento. Foi justamente nesta ocasião que resolvi sair de fininho, antes que sobrasse para mim. Não posso negar, o cara era realmente uma figura inusitada.
Sua última aparição noticiada foi em 7 de março de 2008, no Complexo do Alemão. Ele estava no meio da platéia de 7 mil pessoas que acompanhou o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento(PAC) feito pelo então presidente Lula, a atual presidente Dilma Roussef e o governador Sérgio Cabral. Do palanque Lula soube da presença do Beijoqueiro e em seu pronunciamento se referiu a ele, brincando: "Ô, beijoqueiro, depois o Sérgio Cabral vai aí te dar uma beijo."

O Beijoqueiro ainda pode ser visto pelas ruas do Rio. Alguns dizem que ele está maluco, pois pede pessoas em casamento, oferecendo muito dinheiro.

sexta-feira, janeiro 07, 2011

Vida de repórter: conhecendo um haras

Café moído na hora, queijo minas caseiro, uma mesa de fazenda e passeio de charrete. Aproveitei tudo isso no dia em que conheci um haras. Fui  fazer uma matéria no rancho Verão Vermelho, agora não me recordo sobre que assunto. Na época trabalhava na editoria de economia, mas confesso que não sei o motivo que me levou até lá.
Segundo o proprietário do local, o haras alugava animais para as novelas da Globo. Os cavalos de América, da Glória Perez, eram de lá e alguns atores constumavam frequentar o local para treinar a cavalgada para as cenas. Vi fotos deles por lá. No haras também estava estacionada uma espécie de charrete usada na minissérie Mad Maria.

Nunca tinha visitado um haras, porque no Rio de Janeiro não é algo assim tão comum. O clima foi ótimo e o dono do haras, para lá de simpático, queria nos oferecer um feijãozinho especial, daqueles com gostinho de interior. Uma pena, não pude ficar para o almoço, mas tive a oportunidade de experimentar um café moído e passado na hora e uma fatia de queijo minas fresquinho, tudo com gostinho de interior. Saí correndo, infelizmente, porque a profissão me chamava para outra pauta. Provavelmente não tão agradável como aquela...