Amadurecer é caminhar cada passo, aprendendo a cair e levantar, chorar e depois voltar a abrir um sorriso.
É necessário acreditar para não desesperar, porque tudo acontece no seu tempo certo. É preciso vencer as batalhas, sacudir a poeira e ter a certeza de que dias melhores virão. Porque eles sempre vêm.
Deixamos de lado a urgência da juventude para abraçar a serenidade da vida adulta. Saber ir devagar, porque é assim que se chega ao longe. É somar cada ponto, por cada vitória alcançada e não ligar para os entraves que porventura nos tentam a desistir. Os fortes são persistentes e sabem que nada é por acaso.
Um blog para falar sobre política, viagem, cinema, séries, notícias e muito outros assuntos interessantes...ou não.
domingo, julho 10, 2011
terça-feira, junho 28, 2011
A criminalização da homofobia - por um debate de alto nível
A discussão da vez é a criminalização da homofobia. É notório que grande parte da sociedade enxerga com maus olhos discursos como os de Bolsonaro e Myrian Rios. E, na opinião, é legítimo repudiar tais discursos. Não porque eles não tenham o direito de se manifestar com ideias contrárias. Mas porque os argumentos são distorcidos e preconceituosos. A tal deputada estadual confunde homossexualidade com pedofilia. E francamente, isso ofende a honra dos gays, porque os trata como criminosos. Acho válido o debate sobre as leis que criminalizam a homofobia, até para que possamos chegar à real discussão se é necessário criar uma lei que torne crime tais condutas preconceituosas ou se esse grupos já estão protegido pelo Código Penal quando se fala em crimes contra a honra ou, por exemplo, em lesão corporal ou outras penas aplicadas a quem pratica violência contra o grupo. É interessante argumentar quais são os parâmetros e até que ponto as pessoas que têm opiniões contrárias estariam sendo punidas por ter a liberdade de se expressar coibida. Quais os limites que deveriam ser previstos nas leis e por aí vai.
Na realidade, os debates são tão mesquinhos e rasteiros como aqueles feitos em relação ao aborto há meses. As pessoas tentam defender suas ideias levando em conta questões religiosas. Sinceramente, isso empobrece a discussão e distorce as reais intenções de quem se vale desse argumento para ser contra uma ou outra coisa.Não vamos ser hipócritas de dizer que não carregamos preconceitos de qualquer tipo. Se não é em relação à orientação sexual, é em relação a outros grupos. Mas quando me perguntam:"ah, você não tem qualquer tipo de preconceito contra ninguém?", eu respondo: "tenhor, mas não me orgulho em nada de ter". Em vez de ficar propagando ideias preconceituosas, deveríamos fazer um exercício diário para entender porque temos algum tipo de preconceito e o que podemos fazer para exterminá-lo de dentro de nós. Acima de tudo, todo mundo, qualquer grupo, seja minoria social ou até maioria, merece ter sua dignidade preservada e respeitada. As pessoas devem ser julgadas por seu caráter e não por pertencer a um ou outro grupo.
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Na realidade, os debates são tão mesquinhos e rasteiros como aqueles feitos em relação ao aborto há meses. As pessoas tentam defender suas ideias levando em conta questões religiosas. Sinceramente, isso empobrece a discussão e distorce as reais intenções de quem se vale desse argumento para ser contra uma ou outra coisa.Não vamos ser hipócritas de dizer que não carregamos preconceitos de qualquer tipo. Se não é em relação à orientação sexual, é em relação a outros grupos. Mas quando me perguntam:"ah, você não tem qualquer tipo de preconceito contra ninguém?", eu respondo: "tenhor, mas não me orgulho em nada de ter". Em vez de ficar propagando ideias preconceituosas, deveríamos fazer um exercício diário para entender porque temos algum tipo de preconceito e o que podemos fazer para exterminá-lo de dentro de nós. Acima de tudo, todo mundo, qualquer grupo, seja minoria social ou até maioria, merece ter sua dignidade preservada e respeitada. As pessoas devem ser julgadas por seu caráter e não por pertencer a um ou outro grupo.
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quarta-feira, junho 22, 2011
A vida virou um reality show
Quando os blogs foram criados, muita gente disse que todo mundo estava se expondo, fazendo verdadeiros diários, que deixaram de ser secretos e trancados à chave para cair no cyber espaço. Muita gente contava o que tinha feito, o que iria fazer, como estava a relação com o namorado/noivo/marido. Imaginávamos que a internet tinha vindo para ser uma verdadeira rede de fofocas.
Só que, na época, não se imaginava que as redes sociais fariam muito pior. Antes, só entrava em um blog quem era amigo do autor ou quem o descobria em sites de busca. No Orkut, as pessoas começaram a deixar recados umas para as outras e colocar fotos de férias, de aniversário, de ocasiões especiais.
Aí veio o Facebook que nos transformou em verdadeiros participantes de reality show. Todas as pessoas da sua lista são capazes de saber o que você faz durante todo o dia e onde esteve. Para isso, basta que você seja alguém disposto a contar seus passos. Estou falando aqui, mas procuro me policiar para não me expor, tampouco expor meu marido e minha família. Há pessoas com descrição neste mundo e é preciso respeitá-las. Além disso, é preciso ter prudência e buscar aquela esquecida privacidade, que nos fazia, pelo menos no aconchego do nosso lar, seres anônimos dispostos a viver um pouco a intimidade.
Só que, na época, não se imaginava que as redes sociais fariam muito pior. Antes, só entrava em um blog quem era amigo do autor ou quem o descobria em sites de busca. No Orkut, as pessoas começaram a deixar recados umas para as outras e colocar fotos de férias, de aniversário, de ocasiões especiais.
Aí veio o Facebook que nos transformou em verdadeiros participantes de reality show. Todas as pessoas da sua lista são capazes de saber o que você faz durante todo o dia e onde esteve. Para isso, basta que você seja alguém disposto a contar seus passos. Estou falando aqui, mas procuro me policiar para não me expor, tampouco expor meu marido e minha família. Há pessoas com descrição neste mundo e é preciso respeitá-las. Além disso, é preciso ter prudência e buscar aquela esquecida privacidade, que nos fazia, pelo menos no aconchego do nosso lar, seres anônimos dispostos a viver um pouco a intimidade.
quinta-feira, junho 16, 2011
Dona Naninha
Quando estou no trânsito sozinha, muitas vezes, me vejo pensando em alguns momentos da minha vida e em pessoas que por ela passaram. Hoje lembrei da vovó Ana ou dona Naninha, como muitos a conheciam. Ela se foi aos 80 anos, quando eu ainda tinha 13. Naquela época, ainda não tinha o hábito de sentar para ouvir as histórias dos mais velhos. Estava preocupada em brincar e começava a pensar em namorar.
Minha avó era uma boa pessoa, daquelas velhinhas calmas e tranquilas que vemos em filmes. Tenho poucas lembranças dela aborrecida. As suas únicas brigas eram para dar uma bronca no filho caçula. E o filho caçula já era um homem de 50 anos, no caso, meu pai.
Dona Ana era única na arte de fazer bolinhos de chuva. Nunca comi nenhum tão bom quanto os que ela fazia. Sempre levava uma latinha com um punhado para as festas de família a que era convidada. Infelizmente, a receita se foi com ela. Tenho uma prima que até sabe fazer, mas não ficam tão fofinhos. Eram tão marcantes, que a tal guloseima era conhecida entre a gente como "o bolinho da vovó Ana"
Ela era uma senhorinha morena, alta e magra, que fazia um coque com seus cabelos branquinhos. Nascida e criada no interior da Bahia, falava palavras que só ela entendia. Usava vestidos estampados, daqueles que têm cinto de pano combinando. Ela usava anágua. E foi a última pessoa que vi usando essa peça de vestuário.
Conhecia no bairro, o padeiro, o açougueiro e o sapateiro. Andava devagarzinho, com aqueles passos curtinhos ia para lá e para cá. Não era raro, nos depararmos com ela, atravessando uma rua próxima. E dava aquela pontada no coração, de vê-la andando lentamente, enquanto motoristas afobados a esperavam cruzar a pista.
Na sua casa, tinha uma TV que sempre pegava mal. Geralmente íamos visitá-la aos domingos, no final da tarde. Para meu desespero, passava naquele horário o meu programa preferido: Menudomania, com os meninos portoriquenhos que eram uma febre de meninas da época. E aquela televisão, sempre com chuvisco, me dava nos nervos. Isso me fazia abreviar a visita, para ir correndo para casa. Hoje lamento de não ter aproveitado mais a minha vózinha. Se eu soubesse que ela partiria tão rápido, eu teria curtido mais a velhinha. Enfim, são momentos que se vão, mas tornam-se imortalizados na memória.
Minha avó era uma boa pessoa, daquelas velhinhas calmas e tranquilas que vemos em filmes. Tenho poucas lembranças dela aborrecida. As suas únicas brigas eram para dar uma bronca no filho caçula. E o filho caçula já era um homem de 50 anos, no caso, meu pai.
Dona Ana era única na arte de fazer bolinhos de chuva. Nunca comi nenhum tão bom quanto os que ela fazia. Sempre levava uma latinha com um punhado para as festas de família a que era convidada. Infelizmente, a receita se foi com ela. Tenho uma prima que até sabe fazer, mas não ficam tão fofinhos. Eram tão marcantes, que a tal guloseima era conhecida entre a gente como "o bolinho da vovó Ana"
Ela era uma senhorinha morena, alta e magra, que fazia um coque com seus cabelos branquinhos. Nascida e criada no interior da Bahia, falava palavras que só ela entendia. Usava vestidos estampados, daqueles que têm cinto de pano combinando. Ela usava anágua. E foi a última pessoa que vi usando essa peça de vestuário.
Conhecia no bairro, o padeiro, o açougueiro e o sapateiro. Andava devagarzinho, com aqueles passos curtinhos ia para lá e para cá. Não era raro, nos depararmos com ela, atravessando uma rua próxima. E dava aquela pontada no coração, de vê-la andando lentamente, enquanto motoristas afobados a esperavam cruzar a pista.
Na sua casa, tinha uma TV que sempre pegava mal. Geralmente íamos visitá-la aos domingos, no final da tarde. Para meu desespero, passava naquele horário o meu programa preferido: Menudomania, com os meninos portoriquenhos que eram uma febre de meninas da época. E aquela televisão, sempre com chuvisco, me dava nos nervos. Isso me fazia abreviar a visita, para ir correndo para casa. Hoje lamento de não ter aproveitado mais a minha vózinha. Se eu soubesse que ela partiria tão rápido, eu teria curtido mais a velhinha. Enfim, são momentos que se vão, mas tornam-se imortalizados na memória.
segunda-feira, junho 06, 2011
A vida não é sopa, mas pode ser
Com a chegada do inverno, uma boa pedida é tomar sopa. Eu sempre detestei esse prato. Talvez seja um trauma de infância, porque minha avó sempre nos obrigava a tomar. Na casa dela, o jantar era composto de sopa, refeição principal e sobremesa. Por isso, para chegar ao que eu gostava de comer, não tinha atalho. Ela dizia que primeiro era preciso começar pela sopa. Eu empurrava aquele prato cheio só para chegar no arroz, feijão e bife.
De lá para cá, perdi o costume de tomar sopa. Entretanto, desde que degustei uma feita de abóbora na casa da minha sogra, resolvi adotar essa prática à noite. Na semana passada, repeti a dose lá em casa. Agora, vou apostar na sopa de ervilha.
De lá para cá, perdi o costume de tomar sopa. Entretanto, desde que degustei uma feita de abóbora na casa da minha sogra, resolvi adotar essa prática à noite. Na semana passada, repeti a dose lá em casa. Agora, vou apostar na sopa de ervilha.
A vida em 2011
Pessoas que são desorganizadas como eu precisam fazer listas. Pois é, cumpri a primeira meta do ano, mas as outras ainda nem comecei. Está na hora de voltar para a dieta e fazer caminhadas matinais. Em paralelo, é necessário me dedicar um pouco à monografia.
Como procuro ser otimista, também vale, para aumentar a autoestima em dias de TPM, uma lista de coisas boas que já aconteceram em 2011:
1 - O nascimento do Rafael. Meu novo sobrinho nasceu e é uma criança linda!
2 - Ser madrinha da Mariana. Eu sempre adorei a pequena, mas de um mês para cá, todos têm incentivado que ela me chame de dinda. É porque um dia ela se referiu a mim assim. E é claro que eu topo ser sua madrinha. Amo essa menina desde o primeiro dia que a vi.
3 - As bodas de esmeralda dos meus pais. Foi uma festa linda e deu para matar as saudades de muita gente querida.
4 - O convívio maior com a família do marido depois que o Rafa nasceu. Impressionante como a chegada de um bebê é algo agregador. O clima é ótimo!
Como procuro ser otimista, também vale, para aumentar a autoestima em dias de TPM, uma lista de coisas boas que já aconteceram em 2011:
1 - O nascimento do Rafael. Meu novo sobrinho nasceu e é uma criança linda!
2 - Ser madrinha da Mariana. Eu sempre adorei a pequena, mas de um mês para cá, todos têm incentivado que ela me chame de dinda. É porque um dia ela se referiu a mim assim. E é claro que eu topo ser sua madrinha. Amo essa menina desde o primeiro dia que a vi.
3 - As bodas de esmeralda dos meus pais. Foi uma festa linda e deu para matar as saudades de muita gente querida.
4 - O convívio maior com a família do marido depois que o Rafa nasceu. Impressionante como a chegada de um bebê é algo agregador. O clima é ótimo!
quarta-feira, maio 25, 2011
De grão em grão
Depois da primeira vitória do ano, a aprovação na OAB, sigo com os próximos planos de 2011. Estou confiante, feliz e animada.
sexta-feira, maio 20, 2011
Um grande dia!
Passei na prova da OAB. Esse é o primeiro sonho de 2011 realizado. É isso aí, estudo, esforço e dedicação me fizeram subir esse degrau. Agora é manter o ritmo e garantir um futuro melhor.
segunda-feira, maio 02, 2011
O homem que não gargalhava
(Por Carolina Bessa)
Ele não sabia gargalhar. O riso fácil, escancarado, barulhento era coisa impossível para ele. Não aprendeu como se fazia e achava graça de quem o conseguia. Criado por uma mãe que lamentava as mortes prematuras do marido e de um dos filhos, na sua casa não tinha programa de humor, música nem festa.
Mas o homem que não gargalhava cresceu, conheceu uma mocinha por quem se apaixonou, teve filhos, netos e bisnetos, sustentou a todos dignamente, comprou uma ilha encantada, teve gato, cachorro e papagaio. E, no fim, o homem que não gargalhava foi muito feliz!
Ele não sabia gargalhar. O riso fácil, escancarado, barulhento era coisa impossível para ele. Não aprendeu como se fazia e achava graça de quem o conseguia. Criado por uma mãe que lamentava as mortes prematuras do marido e de um dos filhos, na sua casa não tinha programa de humor, música nem festa.
Mas o homem que não gargalhava cresceu, conheceu uma mocinha por quem se apaixonou, teve filhos, netos e bisnetos, sustentou a todos dignamente, comprou uma ilha encantada, teve gato, cachorro e papagaio. E, no fim, o homem que não gargalhava foi muito feliz!
segunda-feira, abril 25, 2011
Quatro dias para as férias
Estou ansiosa para que cheguem logo as férias, mas antes disso precisarei enfrentar uma declaração de IR, um dia de fórum e uma manhã no Tribunal Regional do Trabalho. Na linguagem do Facebook, não curti!
quarta-feira, abril 20, 2011
A morte dos blogs
O fenômeno Facebook andou contagiando todo mundo. Quem escrevia só para fazer uma espécie de diário, acabou migrando para a rede social. O Twitter absorveu outros tantos usuários da internet com o mesmo propósito. Entretanto, eu não abandono o meu blog por nada deste mundo. O blog é algo a mais. É o seu espaço cativo no cyber espaço, é o lugar adequado para escrever mais de cento e poucos caracteres, para transbordar ideias e debater qualquer assunto de forma mais aprofundada.
Sou fã dos blogs, primeiro, porque é possível descobrir muita gente interessante na rede, com boas ideias, pensamentos inteligentes e falando abertamente de temas distintos. Segundo, porque é onde a gente se sente em casa para escrever nossos melhores textos. O Enfim... está completando oito anos e, apesar do breve tempo em que desisti dele, não pretendo largá-lo tão cedo.
Muita gente abandonou seus blogs, deixou de atualizá-los ou simplesmente não se esforça mais para escrever algo interessante. Parece que perdeu o encanto. Hoje tratei de fazer uma limpa nos meus links. Apaguei vários, mas estou carente de novos, porque simplesmente não tenho encontrado muita coisa que me instigue a ler.
Outro dia mesmo toquei no assunto dos blogs que são meros "recorte-coles" de textos de outras pessoas. Há gente que não sabe escrever e quer ter um diário virtual só reproduzindo coisas que achou pelo Google. Quer coisa mais sem graça que isso?
Enfim, aceito sugestões de espaços bacanas com textos interessantes. Afinal, eu sou viciada em blogs.
Sou fã dos blogs, primeiro, porque é possível descobrir muita gente interessante na rede, com boas ideias, pensamentos inteligentes e falando abertamente de temas distintos. Segundo, porque é onde a gente se sente em casa para escrever nossos melhores textos. O Enfim... está completando oito anos e, apesar do breve tempo em que desisti dele, não pretendo largá-lo tão cedo.
Muita gente abandonou seus blogs, deixou de atualizá-los ou simplesmente não se esforça mais para escrever algo interessante. Parece que perdeu o encanto. Hoje tratei de fazer uma limpa nos meus links. Apaguei vários, mas estou carente de novos, porque simplesmente não tenho encontrado muita coisa que me instigue a ler.
Outro dia mesmo toquei no assunto dos blogs que são meros "recorte-coles" de textos de outras pessoas. Há gente que não sabe escrever e quer ter um diário virtual só reproduzindo coisas que achou pelo Google. Quer coisa mais sem graça que isso?
Enfim, aceito sugestões de espaços bacanas com textos interessantes. Afinal, eu sou viciada em blogs.
terça-feira, abril 12, 2011
As férias do ócio
Nas próximas férias pretendo ter tempo para coisas simples da vida: ler um bom livro, rever os amigos, arrumar armários, dar um passeio pelo Saara para ver coisinhas para a casa, ver as vitrines dos shoppings, assistir sessão da tarde, andar no calçadão para beber água de coco, levar Brenda (minha cadela) ao parcão da Lagoa. Tudo assim, bem devagar, sem preocupação.
Ah, também tenho que separar livros para a minha mongrafia. Mas isso é uma outra história.
Ah, também tenho que separar livros para a minha mongrafia. Mas isso é uma outra história.
Unindo forças, fortalecendo laços
Os sustos que a vida nos dá, servem para valorizarmos ainda mais os momentos ao lado das pessoas queridas. Sempre que possível, visite seus pais, seus avós, seu melhor amigo. Não deixe de telefonar, mandar torpedos e até, porque não, usar as redes sociais para demonstrar seu afeto. O contato com aqueles que amamos é recomendável diariamente, para que possamos criar vínculos, fortalecer laços, apoiar decisões e oferecer um ombro para chorar. É isso que nos torna mais fortes e nos faz acreditar que viver é bom, que o passado de lembranças é doce, que o futuro pode nos reservar boas surpresas e o presente é cada tijolinho que colocamos para construir nossa trajetória.
domingo, abril 03, 2011
Alguém muito especial
Sentir saudades do meu avô é algo constante na minha vida. E quando lembro do seu jeito de falar, das coisas de que gostava e até do seu jeito de vestir, usando suspensório e boné, me faz cair aos prantos. Mesmo sete anos depois, a saudade ainda aperta muito!
quinta-feira, março 31, 2011
Lembranças da infância
Saudades das férias em uma ilha em que caçávamos borboletas e depois as soltávamos, comíamos amora e jamelão, mergulhávamos na lagoa, tínhamos medo de cobra, chorávamos a morte do caranguejo, corríamos de abelhas e marimbondos e nos encantávamos com os vaga-lumes.
(Pensar no meu avô sempre me inspira a escrever. Saudades dele!)
(Pensar no meu avô sempre me inspira a escrever. Saudades dele!)
sexta-feira, março 18, 2011
Memórias
Por um momento resolvi ler um pouco do Enfim... e percebi o quanto o blog fala de mim, dos meus sentimentos, das minhas experiências de vida e da minha visão sobre o mundo. É gostoso sentir de novo certas emoções contidas em textos dedicados a pessoas que amamos. Talvez esses sejam os mais bonitos escritos por aqui. Sem querer, me deparo com palavras que fizeram sentido em algum momento e que conseguiram expressar tudo o que eu estava sentindo. Sei lá, dá um certo orgulho...
Não aguento isso...
Tem gente que faz blog só com recorte e cole de textos da internet. Me diz uma coisa: se não sabe escrever, então não faça um blog! É legal, de vez em quando, postar um texto da Martha Medeiros, um pensamento de Dalai Lama ou outra coisa qualquer. Entretanto, já vi blogs só com textos escritos por outras pessoas com dicas de viagem, maquiagem, sinopse de cinema, moda e etc.
Gente, cadê a criatividade? Vamos exercitar o texto. Se a gente escorrega na língua portuguesa, nada melhor do que treinar e treinar. Muitas vezes, eu errei alguma palavra ou pontuação aqui e depois voltei ao texto e corrigi. Errar é humano! Não há nada melhor para organizar as ideias do que exercitar diariamente. Chega de preguiça! Aliás, plágio é muito feio!
Gente, cadê a criatividade? Vamos exercitar o texto. Se a gente escorrega na língua portuguesa, nada melhor do que treinar e treinar. Muitas vezes, eu errei alguma palavra ou pontuação aqui e depois voltei ao texto e corrigi. Errar é humano! Não há nada melhor para organizar as ideias do que exercitar diariamente. Chega de preguiça! Aliás, plágio é muito feio!
quarta-feira, março 16, 2011
O medo da energia nuclear
No O Globo de hoje Zuenir Ventura escreve o texto "O nosso medo atômico", falando do vazamento radioativo das usinas nucleares no Japão após a tragédia recente de terremoto e tsunami. Aliás, esse é um medo que nos persegue há tempos. Primeiro foi com as bombas de Hiroshima e Nagasaki. Depois o acidente em Chernobyl, na Ucrânia, na década de 80.
Com a Guerra Fria, o medo de que Estados Unidos e URSS corressem para desenvolver programas nucleares e usassem seus novos "brinquedinhos" bélicos. Hoje, com desastres naturais, vemos o quanto é frágil manter uma usina nuclear. O Brasil será que está preparado para isso? Não sei.
O fato é que temos medo. Eu tenho!
Com a Guerra Fria, o medo de que Estados Unidos e URSS corressem para desenvolver programas nucleares e usassem seus novos "brinquedinhos" bélicos. Hoje, com desastres naturais, vemos o quanto é frágil manter uma usina nuclear. O Brasil será que está preparado para isso? Não sei.
O fato é que temos medo. Eu tenho!
quarta-feira, março 02, 2011
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O mundo está mesmo perdido. Tiririca na Comissão de Educação, Sandy como devassa e Dilma ensinando a fazer omelete.
Ano diferente
DISCIPLINA é a palavra-chave para este ano. Preciso bastante dela para alcançar todos os meus objetivos. Sei que será cansativo, mas também prazeroso. Subir cada degrau com tranquilidade e alcançando sucesso é algo bem gostoso.
Talvez não seja o melhor ano deste blog, já que provavelmente as novidades serão escassas. Mas prometo não desaparecer e buscar sempre algo interessante para os leitores (será que ainda existe algum?)
Enfim... o importante é VIVER!!!!
Ah, bom Carnaval para todos!
Talvez não seja o melhor ano deste blog, já que provavelmente as novidades serão escassas. Mas prometo não desaparecer e buscar sempre algo interessante para os leitores (será que ainda existe algum?)
Enfim... o importante é VIVER!!!!
Ah, bom Carnaval para todos!
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